GRAVATAÍ, 17/11/2018
confirmado

Vereador Bombeiro (centro) também recebeu de Danrlei a promessa de emendas parlamentares para Gravataí

Vereador Bombeiro: quero ir para o governo (e a intervenção no PSD)

por Rafael Martinelli | Publicada em 04/04/2017 às 19h07| Atualizada em 07/04/2017 às 14h54

O vereador Bombeiro Batista confirmou há pouco a notícia dada com exclusividade pelo Seguinte: na manhã desta terça: vai se juntar ao pelotão do prefeito reeleito de Gravataí Marco Alba (PMDB).

- Eu quero. Não por cargos, mas para ajudar meu bairro. Tenho que pensar na população que me apoiou – explica o parlamentar eleito para o primeiro mandato pelo PSD e que tem como principal reduto eleitoral a Neópolis.

Bombeiro apoiou Dr. Levi (PSD) a prefeito na ‘eleição que não terminou’ em 2 de outubro e Anabel Lorenzi (PSB) no ‘veraneio das urnas’ de 12 de março. Mas garante que sempre tentou levar o partido para a base de apoio de Marco.

- Fizemos uma eleição boa com o Levi, mas não tínhamos recursos para uma nova campanha. Então, tentamos unir o partido ao Marco. Fomos voto vencido. O Levi acabou apoiando a reeleição, mas eu segui a decisão do partido e, mesmo torcendo o beiço, fiz minha parte, tanto que a Anabel recebeu na minha escola apenas um voto a menos que os meus – conta.

 

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Danrlei deu ok

 

Bombeiro recebeu nesta terça-feira o apoio do deputado federal do PSD Danrlei de Deus, mas reforça que sua decisão é pessoal, não do partido.

- Não fico em cima do muro. Quero entrar no governo, depende apenas do prefeito. Nunca entendi estarmos juntos nos governos Sartori e Temer, e não na Prefeitura – diz, despistando sobre as adiantadas conversas que já tem mantido com Marco.

 

O bafafá da intervenção

 

O rumo do PSD como partido é uma incógnita. Os vereadores Dilamar Soares e Dimas Costa permanecem na oposição. Mas Bombeiro confirma que se fala nos bastidores sobre a possibilidade de uma intervenção da direção estadual, orquestrada pelo vice-governador José Cairoli, que nos próximos dias pode tirar João Portella da presidência de um partido já esfacelado por dissidências e dívidas de campanha.

- Está um bafafá enorme. Mas ninguém me cobrou nada no partido, até porque cada um fez o que quis nas últimas eleições – justifica, lembrando que enquanto Dilamar foi vice de Anabel, Dimas apoiou Rosane Bordignon (PDT) e Levi a Marco Alba.

 

Os irmãos no paredão?

 

Bombeiro nega que a provável intervenção no PSD tenha como objetivo entregar o comando do partido para as mãos dele e de Levi, simpáticos ao governo Marco, e até tentar enquadrar nas votações, sob o risco de perderem o mandato por infidelidade partidária, os irmãos Dilamar e Dimas, duas das vozes mais altas da oposição.

- Nunca concordei com a cara de ‘partido anti-Marco’ que muitos quiseram dar ao PSD. Mas ir para o governo é uma decisão minha. Não tem conspiração nenhuma com o Levi, nem com ninguém – garante.

 

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