notcia bem tratada
GRAVATAÍ, 24/01/2021

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Recomendamos

  • Nossos Clientes
  • Nossos Clientes
  • Nossos Clientes
  • Nossos Clientes
  • Facebook

    3° Neurônio | lazer

    São precisos dois para jogar palavras cruzadas

    por Fraga | Publicada em 27/04/2016 às 10h03| Atualizada em 27/04/2016 às 14h37

    Cada um no seu pc, laptop, notebook, tablet, celular. Dos mais de 7 bilhões de seres na Terra, muitos milhões adoram jogos de tabuleiro. Talvez alguns milhares sejam fãs de palavras cruzadas (não, não as de jornal e revista, para preencher). Desses, centenas e centenas pararam de jogar. Por falta de parceiros. E entre esses, quem sabe dezenas vivam no RS. Vai ver algum desses esteja lendo este jornal digital. Será? Se é, já somos dois, meu caro! Então você sabe a qual jogo refiro: aquele numa caixa de papelão, tabuleiro dobrável e peças de madeira com o alfabeto impresso, valores nas peças e nos espaços do tabuleiro. Cada jogador aproveita as oportunidades para formar palavras. Quando acabam as peças, ganha quem fez mais pontos. Simples e genial assim.

     

    Jogar palavras cruzadas no Brasil foi uma herança do hábito americano com o Scrabble, clássico jogo de tabuleiro de meados do século passado. Aqui no Brasil, a Brinquedos Estrela lançou sua versão, hoje um produto fora do catálogo, fora do site do fabricante, fora de cogitação. A diferença entre o sucesso que o jogo ainda faz nos EUA e o fracasso tupiniquim talvez esteja na escolaridade. Como se sabe, em nosso país a língua portuguesa vem sendo massacrada. O vocabulário do brasileiro encolheu a ponto do jogo de palavras ter virado um jogo solitário. Porque esse jogo exige demais de quem se dispõe a jogar: mínimo de repertório, mínimo QI. Sem isso, adeus diversão a dois.

     

    Ei, espere aí: essa matéria não tem nada a ver com lamúria. Tem tudo a ver com alegria. É que agora, no mercado americano, foi lançada uma nova edição do Scrabble. Yes! Um estudante criou uma edição de luxo, com design pensado para quem pensa: as letras nas peças vêm em 12 fontes criativas e o tabuleiro é a tampa da própria caixa. Aliás, nem tabuleiro há, apenas as numerações que indicam as possibilidades de pontuação a cada jogada. O rapaz não subestimou ninguém, ele acredita no potencial da sua criação, que foi licenciada logo que ele fez o protótipo, em belíssimo design. Não é barato para nós: 199 na moeda deles. Puizé: a diferença entre o lazer dos ianques e o nosso me deixa sem palavras. Como jogar palavras cruzadas aqui na nossa terra, se as crianças mal alfabetizadas não repetem de ano até o 3° ano? Nós, viciados no uso do cérebro, estamos em extinção.

     

    Para saber quem é Andrew Clifford Capener, designer do upgrade do Scrabble e de outras coisas interessantes, acesse o site do talentoso moço aqui.
     

    Para conhecer melhor o produto, assista ao vídeo promocional no YouTube.
     

     

    Para encomendar o Scrabble nova edição (comum ou chic) ou a versão clássica, acesse o site Winning Solutions.

     

     

    SITE DE JORNALISMO E INFORMAÇÃO
    Gráfica e Editora Vale do Gravataí
    Av. Teotônio Vilela, 180 | Parque Florido
    Gravataí(RS) | Telefone: (51) 3042.3372

    [email protected]

    Roberto Gomes | DIRETOR | [email protected]
    Rafael Martinelli | EDITOR | [email protected]
    Cristiano Abreu | EDITOR | [email protected]
    Guilherme Klamt | EDITOR | [email protected]
    Ao reproduzir uma de nossas matérias, é ético citar a fonte.
    As opiniões assinadas são de responsabilidade de seus autores e não representam a posição do jornal.
    Desenvolvido por i3Web. 2016 - Todos os direitos reservados.