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    3º Neurônio | memória

    Gene Wilder e Peter Ostrum, em A Fantástica Fábrica de Chocolates

    Que fim levou Peter Ostrum, de A Fantástica Fábrica de Chocolates?

    por Diego Nunes | Memória Cinematrográfica | Publicada em 07/12/2017 às 16h

    Em 1970, o jovem Peter Ostrum, de 13 anos, saía da escola quando foi abordado por olheiros que pediram para seus pais se podiam tirar algumas fotos polaroides do garoto. Os pais do menino aceitaram, após perguntarem qual o objetivo disto. Os tais olheiros eram produtores cinematográficos, e estavam em busca de uma criança protagonista para o filme A Fantástica Fábrica de Chocolate (Willy Wonka & the Chocolate Factory, 1971).

     

     

    Peter, um menino de família pobre, foi escolhido entre milhares de crianças inscritas e selecionadas para os testes do papel.

    Com a mãe ele mudou-se então para Munique, na Alemanha, onde o filme foi rodado. Lá permaneceram por seis meses, o tempo que durou as filmagens.

    Nascido em 1º de novembro de 1957, Peter Gardner Ostrum é natural da cidade de Dallas, no Texas (EUA), mas foi criado em Cleveland, Ohio. Ele já havia feito algumas atuações em peças escolares, mas nunca sonhará em ser astro de um grande clássico que faz parte do imaginário infantil de diversas gerações.

    Das filmagens na Alemanha o ator se recorda com carinho do ator Gene Wilder, o interprete de Willy Wonka. Peter afirma que Wonka era muito paciente e gentil com as crianças, mas mantinha um certo mistério, permanecendo no personagem para criar o encanto.

    Muitas das cenas eram surpresa realmente para as crianças, como a cena em que Wonka se apresenta com uma bengala, cai ao chão e salta com uma cambalhota.

    Esta foi a primeira vez que as crianças do elenco viram o ator durante as gravações.

     

     

    Outra lembrança do então jovem ator não é tão bonita quanto esta. Ostrum ficou bastante traumatizado com o atentado que matou diversos atletas durante as Olimpíadas de Munique, ocorridos muito próximos dos estúdios onde eles gravavam o filme.

    Quando as filmagens foram encerradas, Peter Ostrum retornou para casa com sua mãe. Ele admite que a fama obtida com o filme subiu a sua cabeça na época, deixando o bastante mimado e vaidoso. Porém, seus pais o repreenderam, dizendo que no filme Charlie era um menino bondoso, humilde e doce, e que como protagonista de Charlie, Peter tinha que ser assim também, para se um exemplo para as outras crianças. O menino concordou, e voltou a sua vida normal, retomando seus estudos.

    Do dinheiro que ganhou com o filme, seus pais disseram que ele podia gastar comprando apenas uma coisa, e o resto seria guardado para sua faculdade, pois a família era humilde e não tinha condições de pagar por estes estudos.

    Ele escolheu um cavalo, e a sua paixão pelo animal fez com que ele desejasse ser veterinário. Atualmente, ele possui um doutorado nesta área, tudo pago com seu cachê em A Fantástica Fábrica de Chocolates.

    Peter Ostrum nunca mais atuou, tendo feio apenas um filme, apesar dos convites para atuar que recebeu na época. O único convite que ele aceitou foi para fazer um teste para a Broadway, substituindo Peter Firth em Equs, mas ele não passou no teste.

    Casado desde 1987, ele tem três filhos e possui uma clínica veterinária especializada em cavalos atualmente. Em entrevista recente, disse que só aceitaria retornar ao cinema se fosse em um filme do cineasta Quentin Tarantino.

     

    Peter Ostrum atualmente.

     

    Veja como está o restante do elenco infantil atualmente

     

    Diego Nunes é gaúcho, formado em Rádio e TV pela Universidade Metodista de São Paulo, é pesquisador da memória cultural e artística, e sua paixão é o cinema. Além disso, atua como diretor cultural da Pró-TV, Museu da TV Brasileira, e no departamento de arquivo da Rede Record de Televisão.

    Acompanhe-o pelo Memória Cinematográfica.

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