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    duplicação

    Terreno que foi devolvido ao estado para duplicação da estrada é um depósito do que restou das moradias e prédios comerciais demolidos há três semanas

    Desocupada, 118 vira lixão

    por Silvestre Silva Santos | Edição de imagens: Guilherme Klamt | Publicada em 04/10/2017 às 18h40| Atualizada em 10/10/2017 às 18h31

    Depois de três semanas da operação de reintegração de posse realizada entre os quilômetros 18 e 20 no lado direito da RS-118 no sentido Gravataí-Sapucaia do Sul, o que resta no lugar das moradias, oficinas e outros empreendimentos comerciais demolidos total ou parcialmente, são montes de caliça.

    É muito tijolo amontoado em meio aos resto de cimento, ferro, argamassa, telhas de fibrocimento quebradas, pedaços de tábuas, caibros e barrotes, e umas poucas máquinas trabalhando em dois pontos e um morador refazendo o que sobrou do pátio no trecho que vai do cruzamento com a Avenida Brasil até imediações do Atacadão, na estrada Morro do Coco.

    A Construtora Sultepa, mesmo já tendo sido confirmada no dia 25 do mês passado como a empresa que vai fazer a duplicação da rodovia e a restauração da parte velha da estrada num trecho de 10 quilômetros (das imediações do cruzamento com a avenida Marechal Rondon até próximo do viaduto da Freeway)  ainda não botou as máquinas na 118.

     

    Cano de esgoto

     

    O que parecia na tarde de hoje o início das obras, era uma escavação da Estrada Morro do Coco, onde três máquinas eram empregadas na escavação de valas com a finalidade de instalar a canalização da rede de esgoto de um condomínio que está sendo anunciado para as imediações.

    O engenheiro responsável pela obra, que não quis se identificar, explicou que o trabalho é da iniciativa privada e não tem qualquer relação com a duplicação que vem sendo executada pelo governo do estado através do Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer).

    Mais adiante, onde funcionava uma fábrica de gelo e uma oficina de refrigeração, Cristian Farias do Nascimento, o sócio-proprietário com a mãe Maria Lúcia Farias e o pai Maximino Moreira do Nascimento, disse que está retomando a vida depois do “temporal” que foi o dia da reintegração.

    --- A vida segue, tem que seguir... Se derrubam a gente, a gente levanta com mais força --- diz.

    Segundo Cristian, a produção de gelo está temporariamente suspensa, até que seja construído um pavilhão que está sendo planejado para a parte dos fundos do terreno. Enquanto isso, ele compra gelo para revender.

    Já o pai, Maximino, o Max, desativou a oficina de consertos de equipamentos de refrigeração e passou a prestar o serviço a domicílio. A medida se deve à falta de espaço já que parte do terreno ficou para a duplicação da estrada.

    --- Se a gente receber (indenização pelo imóvel) já que dizem que vão pagar mas não dizem quanto, nem quando, daí a gente pode até reabrir a oficina. Mas vai ter que ser mais nos fundos, de frente para a rua que passa atrás --- conta o técnico, de 62 anos.

     

    LEIA TAMBÉM:

    COM VÍDEO | Operação que demorou 54 anos para ser executada

     

    Calçada

     

    Outro que lamenta o que perdeu com a reintegração de posse determinada pela juíza Keila Silene Tortelli, da 2ª Vara Cível no Fórum de Gravataí, é o professor da rede municipal Miguel Brito, de 40 anos, morador do local há 35 anos.

    Ele contabiliza um prejuízo da ordem de R$ 15 mil com o que perdeu de material mais as despesas de conserto das redes elétrica e de água. Hoje à tarde um pedreiro trabalhava na frente da casa do professor, que diz ter perdido uma área de 130 metros quadrados.

    --- Tinha um pátio bonito com um piso bonito, mais a cerca de PVC --- conta, destacando que o material ficou parcialmente destruído e que, agora, pretende recuperar a beleza da frente da sua casa no espaço que sobrou.

     

    A construtora

     

    Em contato com a sede da Sultepa, agora à tardinha, o Seguinte: foi informado por uma funcionária que pediu para não ter seu nome publicado que, apesar de a empresa ter sido anunciada como vencedora da licitação, o processo ainda precisa ser homologado pelo governo do estado.

    --- Foi publicado o resultado da licitação no Diário Oficial do Estado, mas ainda não foi homologada pelo CAGE (Controladoria e Auditoria Geral do Estado, órgão da Secretaria Estadual da Fazenda) --- disse a funcionária.

    Segundo ela, só depois desta homologação, que acredita que deve acontecer até a semana que vem, é que é assinado o contrato entre o governo e a Sultepa e, quase ao mesmo tempo, a Ordem de Serviço para que as obras sejam iniciadas.

    --- Não tem máquina no trecho ainda porque não tem contrato assinado nem a ordem para começar a obra. Mas assim que tiver esses papéis vamos começar a trabalhar neste trecho --- assinalou.

     

    LEIA TAMBÉM:

    Definida empresa para duplicar 10 quilômetros

     

    Veja o vídeo, abaixo, sobre como está hoje a área devolvida ao estado para duplicação da RS-118.

     

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