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GRAVATAÍ, 21/11/2017

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    depois do atentado

    Prefeito Marco Alba, de Gravataí, recebeu o coronel Ikeda, subcomandante geral da Brigada Militar no Estado, que trouxe reforço ao policiamento ostensivo no município. FOTO | Moisés Pacheco - Giro da Notícia

    ATUALIZADA COM VÍDEO | Bandidagem não terá mais descanso em Gravataí

    por Silvestre Silva Santos | Edição de imagens: Guilherme Klamt | Publicada em 24/10/2017 às 20h56| Atualizada em 31/10/2017 às 14h56

     

    Não vai ter conversa e quem não se enquadrar vai parar na grade. É tempo feio mesmo para quem está no mundo do crime. Foi mais ou menos esta a mensagem que a cúpula da segurança pública do Rio Grande do Sul – especialmente da Brigada Militar – mandou para quem está no mundo do crime em Gravataí e região, com a demonstração de força desta tarde na Praça da Bíblia, na frente da prefeitura.

    O prefeito Marco Alba (PMDB) pessoalmente recebeu o subcomandante geral da Brigada Militar no Rio Grande do Sul, coronel Mário Yukio Ikeda, numa solenidade rápida que contou com PMs do regimento de Polícia Montada (RPMon), do Batalhão de Operações Especiais (BOE) – inclusive cães – e do Batalhão Aéreo, com dois helicópteros sobrevoando a cidade e enviando imagens em tempo real para a praça.

    --- Seja bem-vindo. Nossa estrutura está às ordens dos senhores --- disse o prefeito ao coronel Ikeda.

    Seria um ato pirotécnico, para dar uma satisfação à população, se todo o aparato já estivesse em deslocamento de volta para Porto Alegre. O coronel Mario Ikeda disse para o Seguinte:, entretanto, que as forças policiais vão agir em Gravataí e região “até arrefecer o ímpeto dos criminosos”.
    Ele disse que o serviço de inteligência da BM já tem mapeado os pontos conflagrados e que a partir desta quarta-feira (25/10) terão início as incursões nos bairros e vilas de Gravataí com a finalidade de localizar e prender criminosos. A ação, porém, não vai se restringir à aldeia dos anjos.

    --- Vamos trabalhar em conjunto com os efetivos dos batalhões vizinhos porque o crime não tem fronteiras, não se dá apenas em Gravataí, e não é produtivo reduzir a criminalidade em um lugar apenas com a migração dos bandidos para as cidades vizinhas --- explicou.

     

    Sem trégua

     

    Pelo que disse o comandante do 17º Batalhão de Polícia Militar da Brigada, com sede em Gravataí, tenente-coronel Vanderlei Padilha, vai faltar viatura e policiais para custodiar presos na frente da Delegacia de Pronto Atendimento (DPPA) do Parque dos Anjos. Metáforas à parte, o oficial disse que a BM vai realizar um serviço à altura do nome e da tradição da corporação.

    --- Não vai ter trégua. Já temos parte das ações planejadas, estamos mapeando os pontos que precisam de uma maior atenção, e vamos agir com rigor para devolver a segurança que o cidadão merece --- afirmou.

     

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    O prefeito Marco Alba se mostrou bem mais animado nesta terça-feira de tarde quente, com temperatura beirando os 30 graus, e foi breve na sua saudação aos PMs vindos de fora e aos do 17º BPM. Em seguida o tenente-coronel Padilha incitou as tropas para que realizem um bom trabalho.

     

     

    Polícia Civil

     

    Durante o período do reforço no policiamento ostensivo de Gravataí e que não tem prazo para acabar, pelo menos 50 homens da Brigada Militar vão patrulhar as ruas centrais a pé, a cavalo, com cães e em viaturas, e realizar ações na periferia.

    O serviço de inteligência, a P2 da Brigada Militar, já está com os olhos voltados para a aldeia, e pelo menos um dos dois helicópteros que a BM tem ficará baseado na cidade – no campo do Alvi-Rubro, na frente do quartel da BM – para ser acionado sempre que houver necessidade.

    Além do reforço na polícia militar que iniciou já por volta das 7h da manhã desta terça (24/10) quando os primeiros PMs do BOE se uniram aos do 17º BPM, seis policiais civis já estão reforçando a investigação na Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

    Segundo o titular da Delegacia Regional de Gravataí, delegado Volnei Fagundes Marcelo, o reforço na investigação tende a agilizar a solução de crimes graves, especialmente as execuções resultantes da guerra pelo controle de pontos de tráfico de drogas.

    Sobre o ataque ocorrido na Morada do Vale II, que causou a morte de duas pessoas e ferimentos em outras 33, o delegado Volnei disse que a investigação está trabalhando intensamente e que até já há suspeitas sobre o grupo que teria praticado os crimes.

    Conforme o delegado regional, os investigadores da DHPP estão ouvindo todas as pessoas feridas no tiroteio e que estão em condições de prestar depoimento, mesmo as que continuam hospitalizadas. Ele não comentou o teor dos depoimentos.

     

    O QUE HOUVE NA MORADA DO VALE

     

    1

    Na madrugada de domingo, segundo informações obtidas pela Polícia, pelo menos seis homens chegaram em dois carros (uma Chevrolet Captiva de cor escura e um Ford Ka, branco) portando espingardas, fuzis e pistolas, atirando contra frequentadores de um bar na rua Eurico Lara, na Morada do Vale II.

     

    2

    No local teria acontecido um rápido tiroteio e alguns dos homens fugiram, correndo, para a rua Felipe Mate.

     

    3

    Na Felipe Mate, logo no início, estava acontecendo uma festa com a participação de mais de 200 jovens, segundo as informações iniciais. Alguns dos participantes fogem para dentro da moradia e são perseguidos, outros correm pelo pátio e pela rua.

     

    4

    Mais de 30 pessoas ficaram feridas pelos tiros ou em quedas e pisoteados. Entre os alvejados pelos disparos estavam Gabriel Ataíde, de 21 anos, e Thaís Pires da Silveira, de 24. Eles morreram na hora.

     

    5

    Os veículos utilizados pelos atiradores, a Captiva e o Ka, foram localizados no começo da manhã de domingo no bairro Rincão da Madalena, outro ponto conflagrado de Gravataí justamente pela disputa em torno do controle de pontos de tráfico de drogas.

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