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GRAVATAÍ, 23/11/2017

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    opinião

    Cervo no Pampa Safari | Foto RENATA BREIER PORTO

    Donos do Pampa Safari entre a conciliação e o pedido de morte dos animais

    por Rafael Martinelli | Publicada em 06/09/2017 às 19h36| Atualizada em 12/09/2017 às 22h25

    O juiz João Ricardo dos Santos Costa, da 16ª Vara Cível do Foro Central de Porto Alegre, marcou para 17 de outubro uma audiência de conciliação na ação popular que pede suspensão do abate de 300 cervos no Pampa Safari, localizado há 40 anos às margens do quilômetro 11 da RS-020, em Gravataí.

    O magistrado concedeu liminar em 24 de agosto impedindo o sacrifício de animais enquanto não houver comprovação da alegada contaminação por tuberculose atestada pelo Ibama. Para evitar procriação, também determinou o isolamento e a separação dos animais por sexo.

    Será a primeira vez que representantes da Pampa Safari Parque de Animais Selvagens Ltda. se manifestarão após a polêmica surgida depois que o silencioso abate que já tirou a vida de 24 animais ter sido revelado pelo Seguinte: em 21 de agosto.

     

    "Com grande pesar", donos pedem abate

     

    Hoje o jornal Zero Hora publicou reportagem com base em documento obtido com exclusividade, onde em 28 de abril de 2017 a família Febernati entregou ao Ibama e ao Ministério Público Federal o ‘plano final de encerramento do empreendimento Pampas Safari’.

    – É com grande pesar que requer o abate dos cervídeos e capivaras, sendo o abate dos demais animais do plantel mediante avaliação conjunta. (...) Com a finalidade de encerrar imediatamente as atividades do empreendimento. (...) A proprietária prefere que sejam abatidos apenas os cervídeos e as capivaras, devendo ser avaliado em conjunto (proprietária e órgãos competentes) o abate dos demais animais, vez que poderão ser comercializados – diz o documento de 13 páginas.

     

    MP: inquérito em Gravataí

     

    O Pampa está interditado desde 14 de junho de 2016, pelo Ibama ter supostamente detectado, nos três anos anteriores, contaminação de animais por tuberculose e irregularidade na alimentação em manejo de animais entre os milhares que vivem no parque que era considerado o maior safári da América do Sul.

    A deputada estadual Regina Becker (Rede), que assina a ação popular, e o diretor-presidente da Fundação Municipal de Meio Ambiente (FMMA), que com autorização do prefeito Marco Alba colocou placas proibindo a retirada de animais do parque para abate pelo território de Gravataí, levantam dúvidas sobre o contágio, desde que na semana passada verificaram pessoalmente testes com resultados negativos em 257 animais, feitos entre 2016 e 2017.

    Um inquérito civil público foi aberto dia 25 no Ministério Público de Gravataí pela promotora da Defesa Comunitária e Meio Ambiente Carolina Barth, que já ouviu mais de uma dezena de envolvidos e também chamará os proprietários para prestar depoimento. Conforme sua assessoria informou há pouco, a data ainda não foi definida.

     

    A POLÊMICA EM TEXTOS E VÍDEOS

    Para saber mais sobre a ameaça de matança de animais que provocou comoção social, atos no Ibama e Pampa Safari, além de virar notícia internacional, clique no link abaixo onde há uma compilação reportagens, opiniões e vídeos publicados pelo Seguinte:.

    O que espera os donos do Pampa Safari na volta da Europa

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