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    coluna do martinelli

    Movimento SOS IPTU e outros contribuintes lotaram Câmara em audiência pública dia 22

    OPINIÃO | O SOS IPTU não pode perder a credibilidade

    por Rafael Martinelli | Publicada em 07/03/2018 às 14h33| Atualizada em 13/03/2018 às 15h39

    Talvez seja hora do SOS IPTU ir para o divã. Do jeito que as coisas andam, o grupo vai sair do nada para lugar algum. Ou pior: perder a credibilidade como movimento social.

    Na audiência pública promovida na Câmara para ouvir as explicações do governo sobre os carnês mais caros, a gritaria venceu e ninguém saiu do plenário diferente do que entrou: nem aquele que em seu terreno construiu casas de aluguel e agora é cobrado por isso, nem aquele que teve taxada a casinha do cachorro.

    Já nesta terça, um protesto na Praça da Bíblia terminou na delegacia após incidente com o vereador Wagner Padilha – proponente da audiência –, acusado de agredir um manifestante e praticamente corrido ao megafone para dentro da Prefeitura.

     

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    Cada um pode ter sua versão para os dois episódios, ou mesmo subir num caixote e considerar justa ou injusta a cobrança do IPTU, mas fatos não podem ser criados conforme a conveniência.

    Vídeos e áudios, da Câmara, da praça, das redes sociais e nas memórias dos celulares estão aí para mostrar que o diálogo está lá no fim da fila e a relação está ficando perigosa – mesmo que vivamos tempos onde, ao vivo ou no Grande Tribunal das Redes Sociais, quase todo mundo pire ao curtir poderosos serem hostilizados em aviões e restaurantes, ou fakenews sejam compartilhadas indiscriminadamente para defender ou atacar o pet político de cada um.

    Para ficar em um exemplo ideologicamente antagônico ao prefeito: quem não viu em sua timeline o post que viralizou nesta semana anunciando a candidatura da parricida Suzane Von Richthofen a deputada federal pelo PT em 2018, em defesa da família e sob o 13666, número da besta?

    Boato. Sob medida para ingênuos ou espertos.

    Acontece que, razões à parte, a convocação para o protesto de ontem também foi baseada numa mentira. Tanto na arte da propaganda quanto no texto postado no SOS e em outros perfis e grupos de facebooks e redes sociais:

    – O prefeito além de esvaziar o bolso da população ainda desrespeitou o movimento com as seguintes palavras: “só sairei para a rua quando tiver 3.500 pessoas na praça em uma manifestação”. Isso é um total desrespeito com nós gravataienses. Então o movimento convoca a todos para mostrar a força que nós, o povo, temos – dizia o chamamento.

    Marco Alba nunca falou isso para ninguém, verificamos. Quem o conhece, de perto ou mesmo de longe, já imaginava que mais de 30 anos de vida pública não permitiriam dizer uma insanidade dessas.  

    O Seguinte: foi investigar um pouco mais e teve acesso a conversas em um grupo de WhatsApp que reúne integrantes do movimento. Em mensagens, algumas pessoas perguntaram se a fala atribuída ao prefeito era verdadeira. Demorou um pouco até um dos líderes do SOS explicar que um participante soube da suposta fala por outro conhecido. Que por sua vez, teria ouvido de um terceiro.

    – Há momentos em que temos que pisar em ovos. Então, quando falar no nome Marco Alba, vamos colocar que o movimento recebeu uma informação de que o prefeito teria debochado do movimento. E aí a gente coloca ali que quer botar 3.500 pessoas para mostrar para ele a força do povo. Tá? Vamos fazer assim: quem for usar o nome de Marco Alba coloque que o movimento recebeu a informação. Tá? Não coloque confirmando. Tá bom? – recomenda o líder, em um áudio.

    Não parece ter ficado bom, não. Para ninguém. A convocação não deu resultado, porque apenas 20 e poucas pessoas foram até a praça. E o movimento resta marcado por ter permitido o uso da condenável artimanha que muitos políticos se valem para abusar da boa fé dos indignados e, caso cole, desgastar adversários.

    As panelas – gourmetizadas ou de alumínio – andam guardadas Brasil afora, mesmo que tenham a força de mudar muita coisa e assustem os políticos mais do que o povo imagina. Porém, quando soam, não podem intoxicar nobres causas (ou mesmo as nem tão nobres assim) com a mentira. O povo não merece passar atestado de manifestoche.

     

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