notcia bem tratada
GRAVATAÍ, 20/07/2018

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Recomendamos

  • Nossos Clientes
  • Nossos Clientes
  • Nossos Clientes
  • Nossos Clientes
  • Facebook

    dias de caos

    OPINIÃO | Sou contra a greve dos patrões dos caminhoneiros

    por Rafael Martinelli | Publicada em 25/05/2018 às 12h18| Atualizada em 06/06/2018 às 15h21

    Panela no armário, fakenews compartilhada no Facebook, vídeo repassado pelo WhatsApp, carro desabastecido na garagem, prateleiras vazias no super, plantão da Globo e uma noite com a cabeça no travesseiro talvez já tenham sido suficientes para perceber que a ‘greve dos caminhoneiros’ era um locaute – uma greve de patrões, que souberam como nunca usar a insatisfação geral da nação para faturar em um momento onde a recessão faz com que seus caminhões circulem vazios.

    Encontre no acordo firmado entre o governo e representantes dos caminhoneiros, para uns, prepostos de gigantes transportadoras, para outros, algum item que estava na ‘sua’ pauta de reivindicações, para além do ‘contra tudo o que está aí’, e ganhe um vale-combustível.

    O desconto de 10% no diesel, a compensação que será paga a Petrobrás para manter a política de preços alinhada ao mercado internacional, a zerada na Contribuição de Intervenção de Domínio Econômico (Cide) – só Gravataí perde R$ 350 mil em receita – e a manutenção da desoneração da folha de pagamento para as empresas de carga somarão um assalto de quase 10 bilhões nas contas públicas.

    E tem ainda o acerto para a atualização trimestral da tabela de fretes regulada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres, que avançará sem intermediários no seu bolso.

    Em resumo, a gasolina não vai baixar e os preços vão subir a cada aumento no frete.

    A conta bilionária com que o governo Temer cedeu – da mesma forma que Dilma fez ao vender o combustível mais barato do que custa – quem pagará somos todos nós.

     

    LEIA TAMBÉM

    OPINIÃO | Você, a vítima da greve dos caminhoneiros

     

    Ao publicar ontem o artigo “Você, a vítima da greve dos caminhoneiros” fui atropelado por críticas de todos os lados nas redes sociais, metralhadas nos teclados por leitores tão simpáticos à greve como se mostraram nossos políticos, da esquerda à direita, passando pelo centro, que por desinformação ou instinto de sobrevivência nas urnas pareciam unidos por curtidas em uma sociedade facebuquiada e com sintomas da Síndrome de Estocolmo.

    Goste-se ou não, é um dever jornalístico lembrar que a ‘greve dos caminhoneiros’, onde havia mais caminhões parados nas transportadoras do que fazendo piquetes nas estradas, não é uma paralisação comum, um democrático "direito de greve". Tanto que a Lei de Segurança Nacional trata o abastecimento de combustíveis como de “utilidade pública”, em seu artigo primeiro – e decisões judiciais já estão se baseando nisso.

    Não é como parar a produção de um bem, como um carro da GM, por exemplo. Ou como professores suspenderem aulas que podem ser recuperadas. Ou mesmo bloqueios temporários de acesso a algum latifúndio. Ou então meia dúzia protestando na esquina, sob o risco de ser atropelados por alguém atrasado para o serviço.

    Num país dependente do transporte rodoviário, já se previa a distopia da falta de água, comida, oxigênio nos hospitais e policiais nas ruas. Sem falar que, no mesmo momento em que alguns colocavam uma roupinha em seus pets para protegê-los do frio, cargas vivas morriam de fome nas estradas.

    Como mágica é truque, o momento exige racionalidade, não mais intolerância, badernas difusas ou soluções demagógicas que afundam ainda mais a economia de um país que teve empresas nacionais quebradas pelo lavajatismo e de onde investidores estrangeiros correm, enquanto os abutres do rentismo sorriem.

    Não basta postar ‘In Moro We Trust’, ou ‘Caminhoneiros, Guerreiros do Povo Brasileiro’ e Jesus vai voltar. Governo se derruba nas eleições, confirmas nas urnas demitem políticos – e não sangue ou falta de oxigênio em hospitais.

    Mas parece que não se aprendeu nada com o golpeachment de 2016.

     

    LEIA TAMBÉM

    COM VÍDEO | Tudo sobre a crise dos combustíveis em Gravataí e Cachoeirinha

     

    • eleições 2018
      Duduzão vereador; Alan nas campanhas
      por Rafael Martinelli
    • coluna do silvestre
      Começa um mas atrasa a entrega de dois viadutos
      por Silvestre Silva Santos
    • polêmica
      Impeachment: o que oposição diz em Glorinha
      por Andreo Fischer | Especial
    • propina
      Vídeo mostra flagrante em servidor da Prefeitura
      por Rafael Martinelli
    • meio ambiente
      Doação levará alunos da rede pública para o Rio Gravataí
      por Eduardo Torres
    • coluna do silvestre
      O mais novo crematório da região
      por Silvestre Silva Santos
    • pedágio
      OPINIÃO | É uma vergonha o que fizeram com a freeway
      por Rafael Martinelli
    • exclusivo
      Vereador de Gravataí será candidato a vice-governador
      por Rafael Martinelli
    • pequenas empresas, grandes histórias
      Na cozinha dos Souza, a tradição de Gravataí
      por Eduardo Torres | Edição de imagens: Guilherme Klamt
    • funcionalismo
      Ipag Saúde: Câmara aprova aumento de contribuição
      por Rafael Martinelli
    • governo
      Sônia Oliveira se licencia da secretaria da educação
      por Rafael Martinelli
    • glorinha
      Se errou, tem que pagar, diz Erico sobre impeachment
      por Rafael Martinelli
    • coluna do silvestre
      Dana ganha mais um prêmio nacional
      por Silvestre Silva Santos com assessoria
    • trânsito
      OPINIÃO | Balada Segura é hoje um migué em Cachoeirinha
      por Rafael Martinelli
    • é nesta sexta
      Super produção Carmen Gaúcha chega a Gravataí
      por Redação
    • habitação
      Saiu a lista com sorteados para o Breno Garcia
      por Silvestre Silva Santos com assessoria
    • mobilidade
      Miki dispensa construtora e anuncia nova licitação
      por Silvestre Silva Santos com assessoria
    • pós-pedágio
      10 ambulâncias voluntárias para socorrer Freeway
      por Andreo Fischer
    • glorinha
      Golpeachment amigo ameaça Darci e Jean
      por Rafael Martinelli
    • meio ambiente
      Onça parda é flagrada na região 15 anos depois
      por Redação
    • saúde
      COM VÍDEO | Vilões do recreio com os dias contados
      por Eduardo Torres | Edição de imagens: Guilherme Klamt
    • cachoeirinha
      Erro é querer ’jeitinho’ no caso da viatura guinchada
      por Rafael Martinelli
    • lugares
      Um morro de natureza e atrações radicais
      por Katterina Zandonai | Edição de imagens: Guilherme Klamt
    • lugares
      O morro das lendas urbanas
      por Katterina Zandonai | Edição de imagens: Guilherme Klamt
    • lugares
      O homem que conquistou o Morro do Itacolomi
      por Katterina Zandonai | Edição de imagens: Guilherme Klamt
    • lugares
      O Morro Itacolomi como você nunca viu
      por Katterina Zandonai | Edição de imagens: Guilherme Klamt
    SITE DE JORNALISMO E INFORMAÇÃO
    Gráfica e Editora Vale do Gravataí
    Av. Teotônio Vilela, 180 | Parque Florido
    Gravataí(RS) | Telefone: (51) 3042.3372

    redacao@seguinte.inf.br

    Roberto Gomes | DIRETOR | roberto@seguinte.inf.br
    Rafael Martinelli | EDITOR | rafael@seguinte.inf.br
    Silvestre Silva Santos | EDITOR | silvestre@seguinte.inf.br
    Eduardo Torres | EDITOR | eduardo@seguinte.inf.br
    Guilherme Klamt | EDITOR | guilherme@seguinte.inf.br
    Ao reproduzir uma de nossas matérias, é ético citar a fonte.
    As opiniões assinadas são de responsabilidade de seus autores e não representam a posição do jornal.
    Desenvolvido por i3Web. 2016 - Todos os direitos reservados.