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    eleições 2018

    Evandro Soares no ato de lançamento de seu nome como candidato a vice-governador

    OPINIÃO | Evandro é um alien na disputa pelo Piratini

    por Rafael Martinelli | Publicada em 26/07/2018 às 15h24| Atualizada em 03/08/2018 às 15h28

    Quem conhece Evandro Soares (DEM), possivelmente vai concordar: ele não tem nada a ver com o comportamento controverso de seu candidato a governador, Luis Carlos Heinze (PP), e de Jair Bolsonaro (PSL), presidenciável a quem a coligação dará palanque no Rio Grande do Sul. Você não verá o vereador de Gravataí, confirmado candidato a vice-governador na semana passada, falando em “quilombolas, índios, gays, lésbicas, tudo que não presta”, ou ensinando criança a fazer arminha com os dedinhos.

    Reconhecido pelo diálogo, aos 45 anos Evandro já foi presidente da câmara em seus primeiros quatro anos como eleito, apareceu como um dos cotados para ser vice na coligação que reelegeu Marco Alba (MDB) prefeito e chegou ao segundo mandato longe de polêmica e com inserção e votos dos mais diferentes perfis, em Gravataí.

    É o ‘cara’ do presidente estadual Onyx Lorenzoni na região metropolitana, mas também distante da política do confronto que caracteriza o deputado federal e, numa excrescência de Bolsonaro presidente, possivelmente ministro-chefe da Casa Civil.

    Quem assistiu à sessão em que Evandro anunciou a candidatura testemunhou o bom trânsito político no carinho dos colegas de câmara, da esquerda à direita – campo ideológico que o vereador defende sem recorrer a extremos. Alan Vieira (MDB) contou que sua mãe chegou a recortar a nota onde Evandro apareceu na coluna de Rosane Oliveira, na ZH, e um de seus melhores amigos no parlamento, desde o primeiro mandato, é Dimas Costa (PSD), um dos líderes da oposição.

    Talvez uma tolerância exercitada em casa, já que seu irmão, Carlos Henrique, é petista de carteirinha.

    Naquele dia três gestos mostraram que Evandro, no se trata de fazer uma política de respeito, e ser respeitado, não fica só na conversa. Primeiro, foi bem recomendado por Roberto Andrade, quando consultado por Heinze e pelo presidente estadual do PP Celso Bernardi. Os dois vereadores já tinham ensaiado a coligação de agora em uma parceria nas eleições de 2016, onde ambos foram reeleitos. Depois, ao saber da confirmação de que seria o candidato, ligou para o prefeito, de quem é um dos mais fieis integrantes da base no legislativo, mas que ao lado de José Ivo Sartori (MDB) será adversário na eleição. À noite, na tribuna, agradeceu, por tê-lo convidado a participar da eleição em 2012, a Francisco Pinho, ex-vice-prefeito e secretário de serviços urbanos, hoje no PSDB, rompido com ele após perder a queda de braço pelo controle do partido em Gravataí. E quem viu sabe que foi um agradecimento autêntico, não uma flauta, mostrando grandeza na vitória, coisa que pouco se vê na política.

    Ao fim, Evandro inscreve seu nome como o primeiro político de Gravataí a integrar uma chapa majoritária na disputa pelo Palácio Piratini. A campanha ao lado de Heinze e Bolsonaro – e suas conseqüências – mostrará se foi uma boa escolha para sua biografia.

     

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