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GRAVATAÍ, 17/11/2018

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    eleições 2018

    Evandro Soares, entre Onyz Lorenzoni e Jair Bolsonaro, em Porto Alegre

    OPINIÃO | Evandro é o político do Bolsonaro em Gravataí

    por Rafael Martinelli | Edição de imagens: Guilherme Klamt | Publicada em 09/10/2018 às 15h46| Atualizada em 17/10/2018 às 12h06

    DAS URNAS #2 | Após a cobertura 'minuto a minuto' da votação de domingo, o Seguinte: traz desde segunda análises, números, fotos, vídeos e links relacionados às eleições de 2018, com foco em Gravataí e Cachoeirinha. 

     

    Dono das mãos que carregaram Jair Bolsonaro nas costas ao sair do aeroporto em Porto Alegre, uma semana antes da facada, Evandro Soares sai gigante da eleição. Não há como dissociá-lo da votação do ‘mito’ em Gravataí, seis a cada dez votos. Mesmo que a campanha bolsonarista reúna de simpatizantes a fieis e fanáticos que odeiam a política, e vivem fora dela (por enquanto), dentro da institucionalidade o vereador é na aldeia o representante mais célebre do presidenciável.

    O leitor pode se perguntar:

    – Mas Bolsonaro é do PSL e Evandro é do DEM?

    Acontece que o parlamentar reeleito foi o primeiro político da cidade a abraçar a candidatura de Bolsonaro – com as conseqüências boas ou ruins, para sua trajetória até àquele momento manifesta por um comportamento conciliador e ideologia mais centrista. Como nos churrascos da família, em que subiu a temperatura do debate com o irmão Carlos Henrique, petista de carteirinha, Evandro representa em Gravataí o único mandato declaradamente bolsonarista e é o oficial de ordens de um general da mais alta patente no exército nacional do presidenciável: Onyx Lorenzoni.

    Já pré-anunciado ministro chefe da Casa Civil, caso Bolsonaro vença a eleição, primeiro Onyx articulou para Evandro ser vice de Luis Carlos Heinze (PP), eleito senador mais votado e que, se não tivesse a candidatura abortada pela direção do partido para Ana Amélia Lemos ser vice de Geraldo Alckmin, tinha grandes chances de ser o próximo governador, como mostram votações puxadas pela onda bolsonarista Brasil afora. Como plano B, Onyx colocou Evandro, seu vice na direção estadual do DEM, como suplente de Carmen Flores. A candidata a senadora do PSL de Bolsonaro fez 41.441 votos em Gravataí. Só perdeu para Heinze, 41.558. Onyx foi o terceiro federal mais votado na cidade: 6.232, atrás dos 15.061 do gravataiense Jones Martins (MDB), dos 6.800 do ‘estrangeiro’ Marcel van Hattem (Novo) e à frente de outro local, Rodrigo Galatto (PPS), 6.107.

    Como era candidato, Evandro integrou, e segue participando da coordenação da campanha presidencial no Rio Grande do Sul. Não precisou se envolver na divisão do partido na cidade, que não fechou apoio exclusivo a Rodrigo, filho de Onyx que não conseguiu a eleição a deputado estadual.

     

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    Discreto, mas fiel vereador da base de governo do prefeito Marco Alba (MDB), o primeiro a quem comunicou a candidatura a vice e depois a suplência ao senado, Evandro não esconde a vontade de ocupar um cargo executivo, caso a vitória de Bolsonaro se confirme. Enganam-se os que esperam o político de 44 anos acomodado em algum cargo federal de bom salário, mas de baixo escalão. Farmacêutico, Evandro está na lista para superintendência do Grupo Hospitalar Conceição, que tem um orçamento próximo do bilhão, o terceiro maior do RS na área da saúde, atrás apenas das secretarias estadual e municipal de Porto Alegre.

    Agora o leitor deve estar se perguntando:

    – Mas e os representantes da antipolítica, antes anônimos, hoje mais famosos, que em Gravataí fizeram campanha para Bolsonaro nas ruas e redes sociais?

    Muito provavelmente, o mecanismo seguirá o mesmo dos últimos quinhentos anos. A política vai tirar as ‘crianças’ da sala. Já Evandro, com Bolsonaro presidente e a fidelidade bem recompensada por Onyx, pode sonhar com patentes mais altas também em Gravataí caso, como os colloridos de 89, o bolsonarismo não seja abatido até 2020 pelas próprias expectativas que cria nos seus seguidores e simpatizantes.

     

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