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    Casa dos Baptista, na área de 300 hectares do Mato do Julio

    O que será feito do Mato do Julio

    por Rafael Martinelli | Publicada em 09/07/2019 às 16h55| Atualizada em 19/07/2019 às 19h46

    Procurei o prefeito, sabedor de que grandes investidores sondam o Mato do Julio, a área de 300 hectares de mata nativa no coração de Cachoeirinha.

    Miki Breier é cauteloso.

    Mas admite que, com a transferência do pedágio da Freeway do quilômetro 77 para o 60, depois da GM, e os novos acessos da avenida Flores da Cunha para Freeway, pela Papa João XXIII, e na limítrofe Dorival de Oliveira, pela avenida Teotônio Villela, é a zona de expansão urbana dos sonhos para megaempreendimentos imobiliários.

    – Em algum momento vai acontecer, mas sou cético. A partilha entre os herdeiros é complicada. Não serei eu a fazer anúncios de que tudo vai dar certo, como ouvimos há 20 anos – diz o prefeito, sobre a dívida milionária em IPTU que os proprietários questionam judicialmente, querendo pagar apenas imposto rural, e se arrasta desde os anos 40.

    Pelas minhas contas, é algo próximo a R$ 25 milhões.

     

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    Miki ainda aposta na conversa, e num encontro de contas entre Prefeitura e proprietários, mas estuda uma desapropriação até o fim do ano de parte da área para construção de uma perimetral ligando a chamada Região 1 ao Parque da Matriz, o que ajudaria a solucionar um dos gargalos no trânsito da cidade.

    – O plano é a nova via, um parque no entorno e o restante da área para empreendimentos. Investidores não faltam, depende da negociação com os herdeiros – lamenta, lembrando que 30 hectares de áreas precisam ser preservados e seguem estudos para tombamento da sede da Estância Baptista, casa de arquitetura colonial portuguesa construída há 200 anos por João Baptista Soares da Silveira e Souza, o Comendador Batista, grande empreiteiro que em 1814 recebeu do Estado área que tem, além da floresta, nascentes, lagos e a cachoeira que deu nome ao município.

    Segunda mais antiga em estilo açoriano do Rio Grande do Sul, o casarão já está sob tutela do poder público conforme o decreto 6.019 de 2016.

    Ninguém no governo revela o tipo de empreendimento sondado pelas construtoras. Pelas características da área, pode-se imaginar desde um condomínio de luxo aos moldes do Landascape, construído na área do Seminário São José, em Gravataí, até prédios mais populares do tipo quarto-e-sala conjugado, de fundos, com vista para o pátio interno.

    Devido às restrições necessárias em Cachoeirinha devido ao tráfego aéreo, certamente não será nada como ‘o maior edifício do Rio Grande do Sul’, aquele arranha-céu prometido ao lado do Shopping Gravataí e que desde 2012 ficou na maquete do enrolado empresário Lourival Rodrigues.

    Especula-se que até mesmo o Zaffari poderia transferir para o Mato do Julio o investimento de R$ 300 milhões da parada 60 em Gravataí, onde o totem do esquilo desbota enquanto herdeiros e Prefeitura não se acertam.

     

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    Com os cuidados ambientais necessários, daria outra cara para Cachoeirinha.

    Para efeitos de comparação, R$ 25 milhões é quase cinco vezes o que a Prefeitura investiu em infra-estrutura neste governo.

    Aperta eles, Miki!

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