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    opinião

    Ao menos 10 professores machucados foram levados ao HPS | Foto CPERS Divulgação

    PM batendo em professor; Hannah Arendt estava certa

    por Rafael Martinelli | Publicada em 27/11/2019 às 23h04| Atualizada em 04/12/2019 às 14h07

    Policiais massacrando professores é incompreensível para mim.

    Aconteceu, na Praça da Matriz, em Porto Alegre, capital do Rio Grande – ou Pequeno? – do Sul.

    Em nota, o governo do Estado culpa grevistas que teriam tentado “invadir o Palácio Piratini”. Também em postagem, o Cpers/Sindicato contesta e denuncia “uso desproporcional da força”.

    Entendo que não há como isentar o governador Eduardo Leite (PSDB) da responsabilidade, já que é o ‘comandante-em-chefe’ da Brigada Militar.

    Testemunhamos um exemplo semelhante.

    O prefeito Miki Breier (PSB) foi criticado na lamentável ‘manhã das cadeiradas’, um dos episódios mais lamentáveis da história de Cachoeirinha, quando a tropa de choque avançou sobre professores e servidores em frente à Câmara. Marco Barbosa, que presidia o legislativo naquele fevereiro de 2017, era à época defensor do governo.

    PMs foram condecorados!

    Tratei no artigo Do Miki ao Negão, do MST ao grevista espancado.

    As imagens que vi dos dois protestos não justificam necessidade de porrada, atropelo e spray de pimenta.

    Essas tragédias da civilidade me remetem à ‘banalidade do mal’, conceito aprofundado por Hannah Arendt no livro ‘Eichmann em Jerusalém’, sobre o julgamento do nazista Adolf Eichmmann.

    A filósofa defende que a massificação da sociedade criou uma multidão incapaz de fazer julgamentos morais, razão porque aceitam e cumprem ordens sem questionar.

    Eichmann, um dos responsáveis pela ‘solução final’, não é olhado como um monstro, mas apenas como um funcionário zeloso que foi incapaz de resistir às ordens que recebeu.

    Assim, o mal se torna banal.

    Arendt apanhou bastante porque também deu exemplos de judeus e instituições judaicas que se submeteram aos nazistas ou cumpriram as suas diretivas sem questionar.

    Aviso a algum idiota de milícia digital, que já se prepara para metralhar o teclado no Grande Tribunal das Redes Sociais: não estou dizendo que policiais são ‘nazis’.

    Chamo a reflexão sobre uma tropa de choque, com tantos pobres, muitos pretos, 47 meses de salários parcelados e tão alvos da reforma de Leite quando os professores, travestidos como robocops atropelar educadores, jovens e idosos.

    Em 2017, o Broadcast, serviço da Agência Estado, noticiou que 17 PMs teria se negado a seguir em operação contra professores no Paraná. Era informação falsa. Ou wishful thinking, a fake news que transforma desejo em realidade.

    Um dia, quem sabe, um policial terá coragem de se rebelar ao ser mandado para uma operação covarde como essa do governador.

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