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    Governistas retiraram o quórum na sessão que não terminou para escolha da mesa diretora da Câmara para 2020

    Que vergonha, vereadores!; é crime ou mentira em Cachoeirinha

    por Rafael Martinelli | Publicada em 18/12/2019 às 14h01| Atualizada em 26/12/2019 às 11h56

    Na sessão que não terminou nesta terça para a escolha da Presidência da Câmara, vereadores da oposição relataram ameaças, e a necessidade de tirar as famílias de Cachoeirinha para protegê-las.

    Sei que Eduardo Torres, do Diário de Cachoeirinha, especialista em jornalismo investigativo, está apurando os fatos. Urge que ocorrências policiais já tenham sido registradas e inquéritos logo sejam instaurados.

    Ou fica a suspeita de que é tudo uma grande mentira, a maior fake news dos últimos tempos da política local.

    Ameaças de morte?

    Esconder familiares?

    “Eu poderia ter morrido hoje”.

    “Estavam vigiando a casa do vereador”.

    Invasão de plenário.

    “Pistoleiro”.

    Te pego lá fora.

    ‘Abraço’ e ‘barrigaço’ em jornalista, como relatou Roque Lopes, de O Repórter na reportagem Ameaças de morte de intimidação a jornalista no dia da vergonha na Câmara.

    É gravíssimo isso.

    Tão grave quanto comunicação falsa de ocorrência.

    E tudo frente ao comando da Brigada Militar, que na tribuna, na mesma sessão, apresentou... números de redução da violência na cidade!

    Da forma como a coisa está se espalhando, ao vivo e no Grande Tribunal das Redes Sociais, fica parecendo que o governo Miki Breier (PSB) é uma facção, tipo Bala na Cara, porque a leitura óbvia dos discursos é de que foi montada uma grande operação para adiar a sessão, evitar que o pastor Edison Cordeiro fosse eleito e tomar de assalto a presidência com o governista Felisberto Xavier.

    Do ponto de vista político, o pinote de vereadores do plenário foi vergonhoso, mas uma vergonha dentro do Regimento Interno, a ‘constituição do legislativo’.

    Xavier, 30 anos de política e, numa analogia com o Congresso Nacional, um ‘Renan Calheiros’, pela habilidade de articulação e domínio das regras da eleição, percebeu que perderia a eleição com a ausência de Ibarú Rodrigues – já que daria empate e o pastor fez mais votos que ele em 2016 e, conforme o RI, seria o eleito – e armou a falta de quórum.

    Aconteceu que vereadores do governo que se esgueiravam pelos corredores da Câmara não registraram presença, outros não apareceram e a informação dos CCs foi que Ibarú teve um "problema sério" de saúde, o que foi confirmado na manhã desta quarta pelo próprio em post em seu perfil de Facebook que você lê clicando aqui.

    Na sessão de quinta, se não matarem alguém, ou ‘sequestrarem’, como já aconteceu em uma eleição para mesa diretora quando deram um ‘boa noite cinderela’ em um parlamentar ao levá-lo farrear no litoral, Xavier deve vencer por 9 a 8, já que Joaquim Fortunato volta à Câmara e João Tardeti assume no lugar do vereador doente.

    Ao fim, quem será o próximo presidente me parece ter se tornado uma questão menor do que investigar as ameaças relatadas.

    Ou 'fake news' de políticos.

    Não vislumbro alternativa: ou houve crime, ou mentira.

    Caso comprovadas ameaças, que os autores sejam identificados e, preparemo-nos para ter a Polícia Federal e, por que não, como nos grotões lá do fundo do Brasil, a Força Nacional em Cachoeirinha nas eleições do ano que vem.

    Já se for mentira, usou-se uma das regras do manual do fascismo, que é eleger um ‘inimigo perigoso’.

    Além de ser feio, para cristãos, esquecer o oitavo mandamento.

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