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    crise do coronavírus

    Vitalina Gonçalves, presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública de Gravataí

    Presidente do Sindicato dos Professores de Gravataí: ’Queremos voltar às aulas, mas com segurança’

    por Rafael Martinelli | Publicada em 12/01/2021 às 12h21| Atualizada em 22/01/2021 às 13h22

    O governo Luiz Zaffalon e o sindicato dos professores controem juntos o plano para volta às aulas presenciais. A data definida é 8 de fevereiro, caso os indicadores de contágio e vidas perdidas em consequência da ‘COVID de Natal, Ano Novo e Praias’ não façam Gravataí retornar da bandeira laranja-por-decreto para vermelha ou preta no Distanciamento Controlado, o que tratei nos artigos Acho arriscado volta às aulas dia 8 em Gravataí; São 90 mil pessoas-alvo e Zaffa: só voltaremos às aulas sem COVID em alta; O Whats do prefeito de Gravataí.

    – Queremos voltar às aulas normalmente. Em algum momento isso vai acontecer. Mas buscamos um retorno com segurança para todos – resumiu ao Seguinte: Vitalina Gonçalves, presidente do SPMG/Sindicato.

    – Trabalhamos o retorno em cima de dados de dezembro. Precisamos analisar o cenário em fevereiro. O crescimento da COVID assusta. Os números são alarmantes – completa, observando que, além de trabalhadores em educação e alunos, a volta às aulas impacta também nas famílias, no entorno das escolas e no transporte escolar e coletivo.

    – A SMED (Secretaria Municipal da Educação) teve muita responsabilidade em 2020 – observa a presidente.

    A principal preocupação da direção do sindicato, que ainda em janeiro vai convocar representantes de todas as escolas da rede pública municipal, é a transformação dos planos de contingência de cada escola (que estabelecem regras sanitárias coletivas e de proteção individual) no que a presidente chama “plano de trabalho”.

    – O plano de trabalho vai além da máscara, do EPI, do álcool gel, da lixeira com pedal, da nova forma de distribuir a merenda ou da criação de espaço para receber alunos com sintomas gripais. Tem a questão pedagógica. Se em uma sala de 30 alunos vamos receber 15 alunos, contando professor e monitor, como funcionará com os demais? É preciso estabelecer um rodízio e ainda incluir alunos que optarão pelo ensino remoto – exemplifica.

    – Quem não conhece a realidade das escolas acha que professores querem as aulas remotas para trabalhar menos. Na verdade, se trabalha mais que no cotidiano da presencialidade. A rede está esgotada. Trabalhou-se muito para concluir o ano letivo de forma remota. Não é fácil planejar aulas para atender alunos em casa e dar conta da burocracia necessária para comprovação das aulas. Muitas vezes o professor precisa atender um aluno às 22h, porque a família só tem um celular para mais de um estudante – diz, lembrando que a rede é composta em sua maioria por mulheres “que tem a jornada quadruplicada”.

    A esperança de Vitalina – e do SPMG/Sindicato, que realiza a campanha #VacinaParaTodosTodas! – é a imunização contra a COVID-19.

    – É a coisa mais importante. É com isso que os governos mais deveriam se preocupar.

     

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    Ao fim, a volta às aulas será o primeiro grande desafio do prefeito Luiz Zaffalon. ‘Gerentão’, orçamento já reservou, bom senso tem e bem assessorado está. A secretária da Educação Sônia Oliveira traz a experiência do governo Marco Alba e a construção de uma relação de alto nível com o SPMG – o exemplo maior foi a criação do ISSEG, que ‘salvou’ o plano de saúde dos servidores municipais, como já contei em Histórico acordo garante plano de saúde dos servidores de Gravataí; o 9 e o 6.

    Inegável é que a responsabilidade é imensurável, já que se trata de quase 100 mil pessoas envolvidas, a comunidade escolar está preocupada e o tema é polêmico, como evidenciam as centenas de comentários nos artigos que postei domingo e segunda.

    Animador saber que governo e sindicato trabalham juntos.

     

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