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    Sessão no Legislativo de Glorinha nesta quarta-feira pela manhã não teve confrontos entre defensores do sim e do não ao aterro sanitário da empresa Estre

    POLÊMICA DA ESTRE | A sessão depois do tumulto e ameaça de morte

    por Silvestre Silva Santos | Edição de imagens: Guilherme Klamt | Publicada em 06/09/2017 às 19h02| Atualizada em 12/09/2017 às 22h24

    Foi pacífica, como todas deveriam ser, a sessão de hoje pela manhã da Câmara de Vereadores de Glorinha, convocada excepcionalmente depois que a reunião ordinária de segunda-feira (4/9) foi suspensa pelo presidente José Flávio Ckless Soares (PP), depois de xingamentos, troca de ofensa, ameaça de invasão do plenário e de morte a uma vereadora da casa e seus filhos.

    A morna sessão desta terça-feira, realizada estrategicamente em horário comercial (iniciou às 9h), teve a presença de não mais que sete pessoas com as camisetas do movimento contrário ao aterro sanitário, apenas duas delas sem estarem cobertas por blusas considerando a temperatura na faixa dos 16 graus.

    De diferente na porta de acesso e nos pilares dentro do plenário, cópias dos ofícios com referência à lotação do local. O primeiro, do vereador presidente José Flávio Ckless à secretaria de Governo e Habitação, requerendo análise sobre o número de pessoas que o lugar poderia comportar, sem oferecer riscos à segurança.

    O segundo, do engenheiro eletricista Newton Chaves Krás Borges, do setor de projetos da Prefeitura, informando que o plenário da Câmara de Glorinha comporta 42 pessoas sentadas e outras 20 em pé, além dos vereadores e funcionários da Casa. O pedido e a resposta têm a mesma data, dia 4.

    Foi o que levou o presidente a limitar o acesso de pessoas à sessão da noite de segunda-feira, distribuindo senhas e impedindo que mais gente tivesse acesso ao plenário. Este teria sido um dos principais motivos que causou a confusão e levou à suspensão da sessão.


     

    : Prefeito de Glorinha, Darci José Lima da Rosa, confirmou o desligamento de estagiários

     

    Estagiários desligados

     

    Hoje a reunião teve uma assistência bem menos expressiva numericamente. Havia cadeiras vazias e sobrou chá numa das garrafas térmicas destinada aos visitantes. Mas o café terminou antes da reunião. Além do grupo contrário ao aterro, outras quatro pessoas portavam cartazes reclamando da demissão de estagiários da Prefeitura.

    De acordo com Valéria Silvani Möller Jaeger, mãe de Cristian Möller de Oliveira, de 19 anos, a alegação teria sido a necessidade de reduzir gastos. Cristian disse que não ouviu justificativas para seu desligamento e que, ao todo, seriam seis os estagiários demitidos por perseguição do prefeito Darci José Lima da Rosa (PSD) já que haviam se posicionado publicamente contra a instalação da Estre Ambiental no município.

    Depois da reunião na Câmara o Seguinte: procurou o prefeito que admitiu o desligamento de estagiários, não confirmou o número das demissões e revelou que pelo menos um caso se deu por razões políticas. Trata-se do filho do vereador Oscar Weber Berlitz (PMDB).

    --- Imagina um absurdo como esse que ele (vereador Oscar) fez, de mandar as pessoas invadir a minha casa --- afirmou o prefeito.

    Para os demais casos o prefeito Darci Lima da Rosa disse que faz parte da rotatividade que tem por finalidade dar chance ao maior número possível de estudantes. Ele contou que quando assumiu o governo tinha 30 vagas para estagiários na Prefeitura. Encaminhou projeto à Câmara, que aprovou, criando mais 50 vagas, e disse que hoje tem cerca de 60 estudantes em estágio.

    --- Se eu pudesse abria mais umas 100 vagas, ou mais. Quando mais chances a gente puder dar para quem está começando a trabalhar, melhor. Pena que nem todos aproveitem – completou, dando a entender que algumas das dispensas se deram porque os estagiários não teriam se adaptado ou não estariam cumprindo com suas funções.

     

    Veja no vídeo como foi a sessão de hoje no Legislativo de Glorinha.

     

    O DESLIGAMENTO DE ESTAGIÁRIOS DA PREFEITURA FOI TEMA DE QUASE TODOS OS VEREADORES NA SESSÃO DESTA QUARTA-FEIRA PELA MANHÃ, SUPERANDO INCLUSIVE A INSTALAÇÃO DE UM ATERRO SANITÁRIO NO MUNICÍPIO.

     

    Ameaça de morte

     

    A vereadora Silvia de Oliveira Eccel (PSD) admitiu à reportagem do Seguinte: que foi vítima de ameaças na segunda-feira passada, por causa de sua posição favorável à instalação de um aterro sanitário no município, da empresa Estre Ambiental. As ameaças teriam sido feitas após a interrupção da sessão.

    A vereadora, ainda durante a reunião legislativa de hoje disse que sim, que havia sido ameaçada de morte e que havia registrado o boletim de ocorrência 608/2017 na Delegacia de Polícia da cidade. O autor da agressão, segundo consta, seria um advogado que faz parte do movimento contrário à Estre.

    De acordo com o que o Seguinte: apurou, o advogado teria aconselhado que apoiadores do “não” ao aterro colocassem fogo na casa da vereadora Silvia, com ela e seus filhos dentro. Uma publicação feita na internet (blog Imprensa Livre), assegura que a vereadora Sílvia Eccel teria pelo menos 10 testemunhas que assistiram à ameaça.

    --- Não vou dar entrevista, não vou gravar nada. Acabei de falar com meu advogado e ele pediu que eu não me manifestasse --- foi o que a vereadora Sílvia disse à reportagem depois de encerrada a sessão desta manhã.

    O Seguinte: tentou contato com o advogado acusado de fazer ameaças mas não teve sucesso. Por isso a identidade do mesmo está sendo preservada nesta matéria.

     

    : Vereadora Sílvia Eccel confirmou que recebeu ameaças de morte mas não quis gravar entrevista

     

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