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    coluna do silvestre

    Empreendimento anunciado pelo Grupo Zaffari - aquele do esquilinho - para Gravataí ainda está travado e solução depende da Advocacia Geral da União, em Brasília.

    Marco Alba foi a Brasília destravar Zaffari da 60

    por Silvestre Silva Santos | Publicada em 04/09/2019 às 16h38| Atualizada em 10/09/2019 às 16h33

    Além de tentar resolver problemas antigos relativos à regularização de questões habitacionais e de assuntos referentes à repasses e obras de melhoria e infra-estrutura na área educacional, o prefeito Marco Alba está em Brasília desde ontem à noite para tentar em vários contatos nesta quarta-feira, e amanhã (5/9), desatar o que poderia se chamar de “nó de marinheiro”.

    Acompanhado do procurador geral da Prefeitura, Jean Pierry Torman, uma das audiências de Alba é na Advocacia Geral da União (AGU), onde vai ser discutido e, se possível, protocolado requerimento para que a cobrança de uma dívida para com a receita federal não acabe prolongando, ainda mais a já alongada novela do empreendimento do Zaffari (aquele do esquilo) na parada 60 de Gravataí.

    Conforme explicou Jean Torman, os proprietários da área de terra lindeira ao terreno adquirido pelo Zaffari, devedores do fisco municipal e com débitos junto à União, entregaram sexta-feira passada os documentos para que a Prefeitura fizesse a legalização do acerto de contas e liberasse a parte do terreno para a abertura de rua e instalação da infraestrutura.

    O problema é que um destes sócios-proprietários do terreno que tem cerca de 20 hectares e faz frente para a avenida Dorival de Oliveira e costeia a Morada do Vale III tem contra si processos de cobranças de dívidas, ajuizados pela União. Ou seja, o imóvel não pode fazer parte de qualquer ação como o pretendido pelo município porque está alienado.

    O que o governo de Gravataí vai tentar mostrar, em Brasília, é que a parte do terreno a ser dado como pagamento dos tributos municipais em nada prejudica ou anula a ação de cobrança da União. Pelo contrário, já que o terreno restante – e sobre o qual a cobrança poderia continuar sendo razão da ação judicial – é maior e, uma vez concretizado o investimento, tende a ter uma valorização financeira a curto prazo.

     

    Fazendo contas

     

    Para ser ter uma ideia, passarinhos verdes, e outras aves, falam que os terrenos nas imediações e principalmente no entorno do power center que a Rede Zaffari anunciou lá em 2012 para Gravataí, tendem a triplicar de valor quando o empreendimento estiver em funcionamento.

     

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    Para saber

     

    O terreno - São 61 hectares de terra ligando a avenida Dorival de Oliveira, altura da parada 60, à avenida Marechal Rondon (divisa com Cachoeirinha) após a igreja Nossa Senhora de Fátima.

     

    - 23 hectares já são de propriedade do Grupo Zaffari

    - 18 hectares são de propriedade de uma empresa que não criou entraves ao projeto

    - Cerca de 20 hectares são de um condomínio de quatro empresários que só agora estão entrando em acordo entre eles e viabilizando junto ao município uma solução para que o investimento se materialize.

     

    AS RUAS

     

    1

    Conforme o projeto apresentado à cidade lá em setembro de 2012, cinco novas ruas estão previstas no entorno do empreendimento. Três delas com acesso à avenida Marechal Rondon, divisa de Gravataí com Cachoeirinha.

     

    2

    A própria Marechal Rondon deverá ser duplicada pelo Grupo Zaffari conforme ficou acertado com a administração municipal na fase inicial das negociações.

     

    3

    Outras duas ruas vão ligar os futuros prédios à avenida Dorival de Oliveira, na altura da parada 60, onde há vários anos está um totem com o esquilo vermelho que simboliza o Grupo Zaffari.

     

     

     

     

     

     

     

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