notcia bem tratada
GRAVATAÍ, 19/06/2018

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Recomendamos

  • Nossos Clientes
  • Nossos Clientes
  • Nossos Clientes
  • Nossos Clientes
  • Facebook

    a mulher do pai

    A arte tem função?

    por Marcos Golembiewski | Publicada em 08/07/2017 às 11h47| Atualizada em 08/07/2017 às 17h37

    Vida que segue. É o mundo dando suas voltas e nossas vidas também. Recomeço hoje a escrever sobre filmes e livros. E essa volta me faz refletir sobre a arte. A arte tem alguma função? A arte pode ser considerada melhor quando ensina alguma coisa? A arte ensina? Será que aprendemos como são as pessoas e o mundo? A arte é revolucionária, ela muda o mundo? Ou ela apenas pode mudar e inspirar nossas vidas?

    Não sei responder de modo objetivo. A interpretação de toda obra de arte é essencialmente subjetiva. Afinal toda interpretação vai carregada de nossas convicções prévias, de nossos valores. Na verdade, ao me deparar com uma obra, privilegio a estética, o belo e as emoções que causa. Quanto a isso não tenho dúvida, a arte emociona.

    Para responder a todas essas indagações, gosto mesmo é da frase do poeta Ferreira Gullar: “A arte existe, porque a vida não basta”. É isso, a arte existe, porque a vida não basta, sem arte a vida não teria sentido. A arte existe para dar sentido a vida.

    Então, para começo de conversa vou escrever sobre o filme Mulher do Pai, primeiro longa metragem da cineasta gaúcha Cristiane Oliveira, o qual traz outra indagação: A arte é universal. Sim a arte é universal, mesmo que falemos apenas de nosso lugar. Mulher do Pai se passa numa vila da fronteira entre o Brasil e o Uruguai, mas trata de temas humanos e, portanto, universais.

    O filme é centrado na relação entre Ruben, cego desde os vinte e dois anos e sua filha Nalu de dezesseis. Esse convívio sofre profunda transformação após a morte da mãe de Ruben. A ausência vai aproximá-los. A vida dos dois numa casa simples da fronteira proporciona a descoberta da intrincada relação entre pai e filha. Para Nalu, adolescente, também acontece às descobertas da paixão e do amor.

    A cegueira do pai em nada altera sua clara visão das alterações de seu papel e suas responsabilidades de pai. E assim o filme transcorre delicado, tratando de temas universais e humanos: a morte, a amizade, a paixão e o amor.  

    Na tela desfilam imagens da fronteira traçada pelo homem, do campo, do amanhecer, das geadas, do gado e da imensidão do pampa.      

    • na copa
      OPINIÃO | Os assediadores da russa podem ser você
      por Rafael Martinelli
    • luto
      Antes do tie break: o legado de Aline Fofonka
      por Róbinson Gambôa
    • luto
      120 em 40, uma intensa história de vida
      por Cláudio Wurlitzer | Especial
    • luto
      Nada está no lugar; uma homenagem a Denise Medonha
      por Rosane Castro
    • coluna do silvestre
      A Souza Cruz voltou, a Herbalife chegou
      por Silvestre Silva Santos | Edição de imagens: Guilherme Klamt
    • atenção
      O que muda no trânsito da parada 72
      por Redação
    • a venda do hospital
      OPINIÃO | Marco Alba fez bem em bancar a Santa Casa
      por Rafael Martinelli
    • na copa
      Deu sono na estreia do Brasil e do Miguel
      por Eduardo Torres
    • na copa
      OPINIÃO | Estreia com a cara do Brasil do golpeachment
      por Rafael Martinelli
    • coluna do silvestre
      No escurinho do cinema...
      por Silvestre Silva Santos | Edição de imagens: Guilherme Klamt
    • opinião
      É bom sinal os vereadores congelarem os próprios salários
      por Rafael Martinelli
    • nosso hospital
      COM VÍDEO | Hospital de Gravataí é da Santa Casa
      por Silvestre Silva Santos | Edição de imagens: Guilherme Klamt
    • saneamento
      Gravataí e Cachoeirinha no ranking do saneamento
      por Eduardo Torres
    • eleições 2018
      Miki e Stédile, unidos por Sartori
      por Rafael Martinelli
    • coluna do silvestre
      20 dias para o pedágio não ser cobrado ou...
      por Silvestre Silva Santos
    • meio ambiente
      EXCLUSIVO | Gravataí pode ter um dique contra enchentes
      por Eduardo Torres
    SITE DE JORNALISMO E INFORMAÇÃO
    Gráfica e Editora Vale do Gravataí
    Av. Teotônio Vilela, 180 | Parque Florido
    Gravataí(RS) | Telefone: (51) 3042.3372

    redacao@seguinte.inf.br

    Roberto Gomes | DIRETOR | roberto@seguinte.inf.br
    Rafael Martinelli | EDITOR | rafael@seguinte.inf.br
    Silvestre Silva Santos | EDITOR | silvestre@seguinte.inf.br
    Eduardo Torres | EDITOR | eduardo@seguinte.inf.br
    Guilherme Klamt | EDITOR | guilherme@seguinte.inf.br
    Ao reproduzir uma de nossas matérias, é ético citar a fonte.
    As opiniões assinadas são de responsabilidade de seus autores e não representam a posição do jornal.
    Desenvolvido por i3Web. 2016 - Todos os direitos reservados.