notcia bem tratada
GRAVATAÍ, 20/02/2018

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Recomendamos

  • Nossos Clientes
  • Nossos Clientes
  • Nossos Clientes
  • Nossos Clientes
  • Facebook

    dicas de cinema

    Perdidos em Paris e Monsieur & Madame Adelman

    por Marcos Golembiewski | Publicada em 18/08/2017 às 13h46

    Paris é cenário dos dois filmes do título: Perdidos em Paris e Monsieur & Madame Adelman. A outra coisa em comum é o tema. Ambos contam histórias de amor. Mas em Perdidos em Paris o amor tem dupla face. Uma destas facetas é o amor pela cidade de Paris.

    Na comédia romântica o trio de personagens desajustados, Fiona, Dom e Martha vagam na cidade em encontros e desencontros. E Paris parece que não é apenas cenário, mas também personagem. E assim a cidade desfila na tela grande com sua beleza inigualável, sua arquitetura única, suas ruas estreitas, suas avenidas largas, seus cafés apinhados de gente em qualquer horário. E o rio Sena aparece em vários momentos, com suas pontes, seus barcos, restaurantes e seus passeios nas bordas com caminhantes de todo o mundo.

    E além da cidade, o filme conta com uma atuação extraordinária da atriz Fiona Gordon que interpreta Fiona. A cena em que dança com Dom no Restaurante que funciona num barco ancorado no Sena é impagável.

    Em Monsieur & Madame Adelman, a trama gira em torno do casamento de Sarah e Victor Adelman. O filme se passa no período entre 1971 a 2016, tempo da união dos protagonistas. No funeral de Victor, Sarah é abordada por um jornalista que deseja escrever uma biografia sobre o marido, escritor de sucesso na França.

    O ponto alto são os diálogos: inteligentes, refinados e com senso de humor. E também uma pergunta. Ao final de um casamento tão longo e da própria vida, valem mais os prêmios, o reconhecimento ou o que se viveu no relacionamento?

    No longo tempo da história de amor entre Sarah e Victor, os acontecimentos, a mentalidade e a cultura de cada época surgem como pano de fundo. Na minha opinião, as mudanças e a contracultura desde período deveriam ter sido mais exploradas, mas afinal isso não chega a comprometer o filme.

    Nos anos 70, a liberação sexual e as relações abertas, aceitas por Sarah, não por que concordasse, mas sim por que naqueles anos era inevitável. Anos da filosofia e do comportamento de Simone de Beauvoir e Sartre.

    Na década de 80, aparece o socialismo de Mitterrand e as contradições entre o discurso de esquerda de Victor e seus valores pequeno-burgueses. No fundo, o filme sempre nos leva para a reflexão de que as coisas e os seres humanos são sempre mais complexos do que possa parecer.

    • brasília
      Como Jones e Stédile votaram na intervenção federal
      por Rafael Martinelli
    • aldeia dos anjos
      O maior campeão de Gravataí
      por Silvestre Silva Santos | Edição de imagens: Guilherme Klamt
    • cachoeirinha
      As 21 ruas que serão asfaltadas até junho
      por Redação
    • clima
      Alerta para risco de temporais em Gravataí
      por Redação
    • caso das laranjas
      Três vereadores de Gravataí podem ser cassados dia 26
      por Rafael Martinelli
    • rio limpo
      Navegando com pachamama ao futuro do Gravataí
      por Rafael Martinelli | Edição de imagens: Guilherme Klamt
    • coluna do martinelli
      OPINIÃO | Rio, intervenção sabor ditadura?
      por Rafael Martinelli
    • coluna do silvestre
      Por que a RS-118 não fica pronta neste ano
      por Silvestre Silva Santos
    • coluna do silvestre
      Não permitir amamentação dá condenação
      por Silvestre Silva Santos
    • transporte
      Saiba como vai funcionar o corredor de ônibus na faixa
      por Silvestre Silva Santos com assessoria
    • série prefeitos
      10 coisas que Marco fez em Gravataí
      por Rafael Martinelli | Edição de imagens: Guilherme Klamt
    • série prefeitos
      10 coisas que Miki fez em Cachoeirinha
      por Rafael Martinelli | Edição de imagens: Guilherme Klamt
    • série prefeitos
      10 coisas que Darci fez em Glorinha
      por Rafael Martinelli | Edição de imagens: Guilherme Klamt
    SITE DE JORNALISMO E INFORMAÇÃO
    Gráfica e Editora Vale do Gravataí
    Av. Teotônio Vilela, 180 | Parque Florido
    Gravataí(RS) | Telefone: (51) 3042.3372

    redacao@seguinte.inf.br

    Roberto Gomes | DIRETOR | roberto@seguinte.inf.br
    Rafael Martinelli | EDITOR | rafael@seguinte.inf.br
    Silvestre Silva Santos | EDITOR | silvestre@seguinte.inf.br
    Ao reproduzir uma de nossas matérias, é ético citar a fonte.
    As opiniões assinadas são de responsabilidade de seus autores e não representam a posição do jornal.
    Desenvolvido por i3Web. 2016 - Todos os direitos reservados.