notcia bem tratada
GRAVATAÍ, 20/07/2018

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Recomendamos

  • Nossos Clientes
  • Nossos Clientes
  • Nossos Clientes
  • Nossos Clientes
  • Facebook

    resposta para renan

    Cármem Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal

    Quando um juiz é destratado, eu também sou, diz presidente do STF Cármem Lucia

    por Assessoria | Publicada em 25/10/2016 às 18h32

    A presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, abriu a sessão plenária do Conselho, na manhã desta terça-feira (25), exigindo respeito aos magistrados e ao Poder Judiciário.

    Foi uma resposta direta às críticas feitas pelo presidente do Senado Renan Calheiros a ações de magistrados no âmbito da Operação Lava Jato.

     

    LEIA TAMBÉM

    RESSACA DA LAVA JATO: Renan critica juiz que autorizou ação no Senado e agrava crise dos políticos com o Judiciário

     

    A ministra defendeu o equilíbrio entre os Poderes da República e disse que os juízes são essenciais para a democracia e o equilíbrio entre esses Poderes. E afirmou que quando alguém destrata um juiz, qualquer que seja o juiz, está destratando a ela própria.

    - Não é admissível aqui, fora dos autos, que qualquer juiz seja diminuído ou desmoralizado. Como eu disse, quando um juiz é destratado, eu também sou - afirmou a ministra, no início da 240ª Sessão Ordinária do CNJ.

    A presidente do Conselho e do Supremo lembrou que o CNJ e os demais órgãos do Poder Judiciário cumprem sua missão da melhor forma possível, sempre respeitando os demais poderes – Legislativo e Executivo –, que deveriam guardar o mesmo respeito em relação ao Judiciário.

    - Respeito nós devemos e guardamos com os Poderes e, evidentemente, exigimos de todos os poderes em relação a nós. O juiz brasileiro é um juiz que tem trabalhado pela República. Somos humanos, temos erros, por isso existe este CNJ, para fortalecer o Poder Judiciário, coerente com os princípios constitucionais, com as demandas e as aspirações do povo brasileiro - disse a ministra.

    - Mas, por isso mesmo, nós nos comportamos com dignidade com relação à Constituição - reforçou. 

    A ministra recorreu à Constituição Federal para lembrar da relevância da harmonia entre os Poderes da República e citou juízes brasileiros como essenciais para esse equilíbrio.

    - Numa democracia, o juiz é essencial, como são essenciais os membros de todos os outros poderes, repito, que nós respeitamos. Mas exigimos também o mesmo e igual respeito para que a gente tenha uma democracia fundada nos princípios constitucionais, nos valores que nortearam não apenas a formulação, mas a prática dessa Constituição - ressaltou a presidente do CNJ e do STF. 

     

    "O judiciário é a garantia do cidadão"

     

    A ministra Cármen Lúcia disse ainda que, numa convivência democrática livre e harmônica, não há necessidade de qualquer tipo de questionamento que não seja no estreito limite da constitucionalidade e da legalidade.

    - Todas as vezes que um juiz é agredido, eu e cada um de nós juízes somos agredidos. O poder judiciário forte é uma garantia para o cidadão - disse, completando:

    - Este Conselho Nacional de Justiça, como todos os órgãos do Poder Judiciário, está cumprindo a sua missão da melhor maneira sabendo que seus atos são questionáveis -- os meus no Supremo, o do juiz do Tribunal Regional do Trabalho, o do juiz da primeira instância. Somos todos igualmente juízes brasileiros querendo cumprir nossas funções - disse. 

    Em nome do respeito mútuo entre os poderes, a ministra Cármen Lúcia disse que espera “compreensão geral” e “respeito integral” ao Poder Judiciário, “o mesmo respeito que nós dedicamos a todos os órgãos da República”. Para a presidente do CNJ e do STF, essa é a condição para que os poderes sigam independentes, mas que busquem a harmonia em benefício do cidadão brasileiro.

    - Espero que isso não seja esquecido por ninguém, porque nós, os juízes, não temos esquecido disso - reforçou a ministra.

     

    A ÍNTEGRA DO DISCURSO

     

    “Declaro aberta esta sessão do CNJ, órgão do Poder Judiciário brasileiro, constitucionalmente constituído para o fim específico de não apenas velar e zelar pelas melhores práticas do Poder Judiciário, como para garantir a força, a independência e autonomia e o respeito do Poder Judiciário. Respeito que nós devemos e guardamos com os poderes e, evidentemente, exigimos de todos os poderes em relação a nós. O juiz brasileiro é um juiz que tem trabalhado pela República, como trabalhou pelo Império. Somo humanos, temos erros. Por isso existe este CNJ, para fortalecer o Poder Judiciário, coerente com os princípios constitucionais, com as demandas e as aspirações do povo brasileiro.

    Mas por isso mesmo nós nos comportamos com dignidade com relação à Constituição. Nós juramos a Constituição, todos nós juízes brasileiros, e nesta Constituição, em seu artigo 2º, são os poderes independentes e harmônicos -- o Legislativo, o Executivo e o Judiciário. Numa democracia, o juiz é essencial, como são essenciais os membros de todos os outros poderes, repito, que nós respeitamos. Mas exigimos também o mesmo e igual respeito para que a gente tenha uma democracia fundada nos princípios constitucionais, nos valores que nortearam não apenas a formulação, mas a prática dessa constituição. Todas as vezes que um juiz é agredido, eu e cada um de nós juízes somos agredidos. 

    Não há a menor necessidade, numa convivência democrática livre e harmônica, de haver qualquer tipo de questionamento que não seja nos estreitos limites da constitucionalidade e da legalidade. O Poder Judiciário forte é uma garantia para o cidadão. Todos os erros jurisdicionais ou administrativos que eventualmente venham a ser praticados por nós juízes, humanos que somos, portanto sujeitos a erro. No caso jurisdicional, o Brasil é pródigo em leis que garantem que qualquer pessoa possa questionar e questione pelos meios recursais próprios usados. O que não é admissível aqui, fora dos autos, é que qualquer juiz seja diminuído ou desmoralizado. Como eu disse, quando um juiz for destratado, eu também sou. Qualquer um de nós juízes é. 

    Este Conselho Nacional de Justiça, como todos os órgãos do Poder Judiciário, está cumprindo a sua missão da melhor maneira, sabendo que seus atos são questionáveis -- os meus no Supremo, os do juiz do Tribunal Regional do Trabalho, os do juiz da primeira instância. Somos todos igualmente juízes brasileiros querendo cumprir nossas funções. 

    Eu espero que isso seja de compreensão geral, de respeito integral. O mesmo respeito que nós, do Poder Judiciário, dedicamos a todos os órgãos da República. Afinal, somos sim independentes, mas estamos buscando a harmonia em benefício do cidadão brasileiro. Espero que isso não seja esquecido por ninguém. Porque nós, os juízes, não temos esquecido disso".

    • eleições 2018
      Duduzão vereador; Alan nas campanhas
      por Rafael Martinelli
    • coluna do silvestre
      Começa um mas atrasa a entrega de dois viadutos
      por Silvestre Silva Santos
    • polêmica
      Impeachment: o que oposição diz em Glorinha
      por Andreo Fischer | Especial
    • propina
      Vídeo mostra flagrante em servidor da Prefeitura
      por Rafael Martinelli
    • meio ambiente
      Doação levará alunos da rede pública para o Rio Gravataí
      por Eduardo Torres
    • coluna do silvestre
      O mais novo crematório da região
      por Silvestre Silva Santos
    • pedágio
      OPINIÃO | É uma vergonha o que fizeram com a freeway
      por Rafael Martinelli
    • exclusivo
      Vereador de Gravataí será candidato a vice-governador
      por Rafael Martinelli
    • pequenas empresas, grandes histórias
      Na cozinha dos Souza, a tradição de Gravataí
      por Eduardo Torres | Edição de imagens: Guilherme Klamt
    • funcionalismo
      Ipag Saúde: Câmara aprova aumento de contribuição
      por Rafael Martinelli
    • governo
      Sônia Oliveira se licencia da secretaria da educação
      por Rafael Martinelli
    • glorinha
      Se errou, tem que pagar, diz Erico sobre impeachment
      por Rafael Martinelli
    • coluna do silvestre
      Dana ganha mais um prêmio nacional
      por Silvestre Silva Santos com assessoria
    • trânsito
      OPINIÃO | Balada Segura é hoje um migué em Cachoeirinha
      por Rafael Martinelli
    • é nesta sexta
      Super produção Carmen Gaúcha chega a Gravataí
      por Redação
    • habitação
      Saiu a lista com sorteados para o Breno Garcia
      por Silvestre Silva Santos com assessoria
    • mobilidade
      Miki dispensa construtora e anuncia nova licitação
      por Silvestre Silva Santos com assessoria
    • pós-pedágio
      10 ambulâncias voluntárias para socorrer Freeway
      por Andreo Fischer
    • glorinha
      Golpeachment amigo ameaça Darci e Jean
      por Rafael Martinelli
    • meio ambiente
      Onça parda é flagrada na região 15 anos depois
      por Redação
    • saúde
      COM VÍDEO | Vilões do recreio com os dias contados
      por Eduardo Torres | Edição de imagens: Guilherme Klamt
    • cachoeirinha
      Erro é querer ’jeitinho’ no caso da viatura guinchada
      por Rafael Martinelli
    • lugares
      Um morro de natureza e atrações radicais
      por Katterina Zandonai | Edição de imagens: Guilherme Klamt
    • lugares
      O morro das lendas urbanas
      por Katterina Zandonai | Edição de imagens: Guilherme Klamt
    • lugares
      O homem que conquistou o Morro do Itacolomi
      por Katterina Zandonai | Edição de imagens: Guilherme Klamt
    • lugares
      O Morro Itacolomi como você nunca viu
      por Katterina Zandonai | Edição de imagens: Guilherme Klamt
    SITE DE JORNALISMO E INFORMAÇÃO
    Gráfica e Editora Vale do Gravataí
    Av. Teotônio Vilela, 180 | Parque Florido
    Gravataí(RS) | Telefone: (51) 3042.3372

    redacao@seguinte.inf.br

    Roberto Gomes | DIRETOR | roberto@seguinte.inf.br
    Rafael Martinelli | EDITOR | rafael@seguinte.inf.br
    Silvestre Silva Santos | EDITOR | silvestre@seguinte.inf.br
    Eduardo Torres | EDITOR | eduardo@seguinte.inf.br
    Guilherme Klamt | EDITOR | guilherme@seguinte.inf.br
    Ao reproduzir uma de nossas matérias, é ético citar a fonte.
    As opiniões assinadas são de responsabilidade de seus autores e não representam a posição do jornal.
    Desenvolvido por i3Web. 2016 - Todos os direitos reservados.