
O cinema depende das telas, telonas e telinhas. Entre as telas, a do site IMDb – Internet Movie Data base – virou um dos pilares da divulgação da 7ª arte, e de algumas outras agregadas. No IMDb, o usuário (seja um bambambã da indústria de Hollywood, um nerd viciado em informação ou um eventual curioso) encontra absolutamente tudo tudo tudo sobre filmes. E também a respeito de outras produções audiovisuais: séries, música, programas de tv, shows, games, comerciais, inclusive as novelas brasileiras.
Por esse imenso banco de dados online o IMDb acumulou, desde 1990, milhões e milhões de fãs, em escala planetária. Mas há bilhões que ainda não sabem dele. E quem não sabe não consulta, quem não consulta desconhece e quem desconhece pode não falar coisa com coisa sobre qualquer filme. Sem o IMDb, é arriscado discutir elencos, tramas, datas, bastidores, detalhes técnicos e outros aspectos, cults ou não. Não há memória que comporte o volume informativo da produção cinematográfica.

Claro, cinéfilos têm aptidão (e tempo e ansiedade) para reunir tudo sobre seus interesses. Mesmo esses, ou sobretudo eles, dependem do IMDb para ampliar o que sabem. Aos amadores do cinema, o IMDb representa um tira-dúvidas, um dos mais confiáveis. É que o IMDb é abastecido por quem cria e produz cinema, por quem vive dele, ou aqueles que são apenas contribuintes – que enriquecem o site com opinião. Esse tipo de usuário é decisivo para definir parte essencial do IMDB: os rankings.
As avaliações e as cotações são poderosos chamarizes do IMDb. Mas quem visita o site vai atrás principalmente de referências. Para isso servem as sinopses, as resenhas, as bios e, claro, as filmografias completas, onde até cães e cavalos têm espaço. O IMDb, atualizadíssimo como tudo que é eletrônico, abarca o cinema inteiro – estão lá passado, presente e futuro (catalogado enquanto é produzido), como um banquete somente para seus olhos. Mas o IMDb também tem alguns defeitos.
Território dominado pelo cinemão americano, no IMDb a escassez de filmografias internacionais é imperdoável. O fato de pertencer à Amazon, gigante que fatura direto a vasta audiência do site, bem que o banco de dados dos filmes estrangeiros podia merecer maior aporte à pesquisa. Beneficiaria a arte. Os críticos apontam outras falhas: menu pobre, poucas imagens e vídeos, navegação limitada para tanto conteúdo disponível. Se você jamais entrou lá, vá agora. Sua memória ou a paixão pelo cinema vai agradecer!
Para saber mais sobre cinema como nunca soube, acesse o IMDb, o maior banco de dados sobre filmes e correlatos.
Para curtir algumas das atrações do IMDb, você pode também acessar o canal no YouTube.






