Para resolver a 'crise do lixo' dos últimos dias a Prefeitura de Cachoeirinha informa que contratará uma nova empresa para fazer o recolhimento. O prefeito Miki Breier assinou um contrato emergencial, de 180 dias, com a empresa EPPO, a fim de melhorar o serviço e reduzir o custo.
Siga nota publicada no site oficial do município, que é de utilidade pública, e, em um próximo artigo, comento.
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– Serão 250 novos contêineres, que já estão na Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Urbanos, aguardando a liberação para serem distribuídos pela cidade – informa o secretário Brinaldo Mesquita.
O governo rescindiu de forma unilateral o contrato n° 084/2013 com a empresa Cone Sul – responsável pela coleta automatizada, transporte e destinação final do lixo recolhido – e, por consequência, seus termos aditivos.
A empresa tem o prazo de 30 dias, a contar da notificação, realizada no dia 28 de agosto, para retirar os seus contêineres e suspender o serviço, para que a empresa contratada emergencialmente possa executar a coleta do lixo.
No entanto, a Cone Sul não está cumprindo com suas obrigações contratuais, além de não retirar os contêineres, não está recolhendo o lixo.
– O município já está tomando as medidas legais cabíveis e, para não deixar a cidade sem a coleta, a Prefeitura, dentro das possibilidades, está recolhendo o lixo, com caminhão próprio – esclarece o secretário de Governança e Gestão, Gilson Stuart.
A secretária de Modernização Administrativa e Gestão de Pessoas, Aline Mello Lima, explica que o contrato com a Cone Sul foi prorrogado seis vezes, desde 2014, e que o município optou pela rescisão visando à redução de custo e a melhoria do serviço.
– O contrato com a empresa EPPO gerará economia para o município, tendo o valor mensal de pouco mais de R$ 1 milhão (R$ 1.000.064). O contrato anterior com a Cone Sul tinha um custo de cerca de R$ 1,3 milhão por mês.
O edital de licitação para a contratação da nova empresa está sendo elaborado e será balizado no valor do contrato emergencial
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