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Corte de dinheiro para Carnaval é aprovado; exceto por petistas

Acadêmicos de Gravataí em desfile no Porto Seco | Foto ARQUIVO

Ao revelar nesta quarta no Seguinte: que o governo Marco Alba (MDB), pelo terceiro ano consecutivo, não vai liberar recursos para a escola de samba Acadêmicos de Gravataí fazer o Carnaval, e, por falta de recursos públicos e privados a escola não vai desfilar em 2019, comentei:

 

“(…)

Fato é que a festa mais tradicional do ‘país do carnaval’ não anda tão popular assim. Quase oito em cada dez pessoas concordam com corte de verbas para o Carnaval, conforme levantamento feito no ano passado pelo Instituto Paraná Pesquisas, por encomenda do jornal O Dia. A força dos 78,5% é amplificada, e preocupante, para as escolas de samba, porque as entrevistas foram feitas no Rio de Janeiro – onde circula o grosso dos R$ 11 bilhões que, se calcula, 10,6 milhões de brasileiros e 400 mil estrangeiros gastem, entre os carnavais da cidade maravilhosa, Salvador, Recife, Olinda, São Paulo e Belo Horizonte.

Alguém acredita que os números seriam diferentes caso a pesquisa fosse feita em Gravataí?

O Carnaval parece viver hoje, pelo menos perante a opinião pública, a sua Quarta-Feira de Cinzas.

(…)”.

 

A reação, ao menos no Grande Tribunal das Redes Sociais, confirma a premissa. Na postagem feita na página do Seguinte: e em grupos de Facebook, quase 100% dos internautas foram favoráveis a Prefeitura de Gravataí não investir no Carnaval.

Curiosamente, duas postagens a favor vieram de petistas. A ex-prefeito Rita Sanco e seu braço direito, o ex-secretário da Fazenda Alex Borba, que na Gravataí onde sete a cada 10 eleitores votaram em Jair Bolsonaro, também vivem uma Quarta-Feira de Cinzas política.

Nesta manhã nenhum dos dois atendeu a ligação do Seguinte: para explicar suas posições.

 

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