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Dono do Studio 59 é homenageado pelos vereadores de Cachoeirinha e promete contar se o lendário ‘Diabo Loiro’ existiu

Homenagem foi entregue nesta terça / Foto ANDRÉ BOEIRA

A Câmara de Vereadores homenageou nesta terça-feira (09) o ex-proprietário do Stúdio 59, Hélio Porto com Moção de Congratulações pelos anos em que liderou o entretenimento em Cachoeirinha. A proposição foi do vereador Nelson Martini.

Hélio Porto da Cruz, 72 anos, nasceu em Gravataí, onde começou a trabalhar cedo no Supermercado Nacional, na mesma cidade. Formou-se como Engenheiro Eletrônico. Ao completar 18 anos veio morar em Cachoeirinha. Em 1981, com 26 anos, fundou a lendária danceteria  Stúdio 59, que perdurou até 1998.

A famosa lenda urbana do “Diabo Loiro” acabou se enraizando na cidade. Hélio se mudou para a cidade de Tubarão, SC, onde abriu outro Stúdio 59, que perdurou por 14 anos. Ficou viúvo em 2023 e atualmente está trabalhando na DrogaRaia, do centro de Cachoeirinha.

Hélio Porto com vereador Nelson Martini / Foto ANDRÉ BOEIRA


O ‘Diabo Loiro’ existiu mesmo?


Na década de 80, muito se ouviu falar, em vários locais, desse caso estranho. O público que frequentava os bailes na Grande Porto Alegre era o mais visado.

Dizem que as festas de Lambada, dança muito famosa na época, vez por outra, devido ao seu caráter libidinoso e sensual, eram freqüentadas pelo demônio, na forma de um homem alto, loiro e sensual, que sempre andava de paletó e chapéu. 

Chegava seduzindo as moças, e no ritmo frenético da dança, as encantava, “esfregando” o corpo nas mesmas. Durante a festa toda, ninguém notava muito a sua presença, pois parecia um homem como os outros, porém lá pelas tantas da madrugada esse individuo deixava cair o seu chapéu, revelando um par de chifres assustador, causando um pânico geral nas pessoas que ali se encontravam: o tumulto se instalava, todos querendo fugir, e um cheiro forte de enxofre tomava conta do lugar. Num piscar de olhos, esse vulto desaparecia, como se nunca estivesse estado lá!

O diabo loiro ou diabo da lambada era um rapaz que frequentava as festas do Studio 59, na década de 80 e 90, em Cachoeirinha. Conta-se que ele se aproximava de uma jovem, conversava um pouco e a levava para um canto. 

Rapidamente, o rapaz tirava de dentro do casaco uma garrafa, onde tinha ácido e jogava na moça, queimando seu corpo. Dizem, também, que ele entrava no banheiro feminino da danceteria e fazia a mesma coisa. Depois de atacar suas vítimas, o moço desaparecia no banheiro e nunca conseguiu ser localizado.

Nesta quarta-feira, 10 de julho, 19h, no Programa Ponto a Ponto, Rádio Local Mais, o Hélio do Stúdio  59 promete desvendar esse mistério. Imperdível!

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