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    Protocolos são os mesmos recomendados pela Organização Mundial da Saúde para outros países, como a Itália | Foto AGÊNCIA BRASIL

    Vítimas da COVID 19 devem ser cremadas em Gravataí; caixão fechado

    por Rafael Martinelli | Publicada em 08/04/2020 às 22h53| Atualizada em 21/04/2020 às 18h06

    Vítimas fatais da COVID-19 precisarão ser cremadas após velórios em caixões fechados e com rodízio de familiares em Gravataí, conforme protocolo de ‘Manejo de Corpos’ informado pelo Ministério da Saúde aos prefeitos brasileiros nesta quarta-feira.

    O Centro de Vigilância em Saúde da Secretaria da Saúde do Estado também divulgou a nota técnica ‘Medidas de Biossegurança em Estabelecimentos de Saúde, Funerários e Congêneres e Cuidados Após a Morte’.

    O Seguinte: ainda teve acesso a ordem judicial recebida por Marco Alba em que, além da determinação para cumprimento de “procedimentos excepcionais para sepultamento e cremação de corpos durante a situação de pandemia”, o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul solicita a criação de e-mail para encaminhamento à Corregedoria-Geral da Justiça de dados de mortos em decorrência do coronavírus.

    Além de regras de distanciamento nos velórios, o Ministério da Saúde exige o uso de roupas especiais para agentes funerários e profissionais que lidam com os cadáveres, orienta a plastificação dos corpos e restringe autópsias a casos com ordem judicial.

    Quem quiser acessar o ‘manual’ do MS clique aqui. Para a norma técnica da SES, clique aqui.

    O peso das regras ganha toneladas com os protocolos de isolamento de pacientes hospitalizados, detalhado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e que você acessa clicando aqui.

    Durante a pandemia, a Anvisa orienta pela restrição a visitas não só a pacientes suspeitos ou com confirmação da COVID-19. O Hospital Dom João Becker, de Gravataí, tem a entrada restrita, pela UTI não ser referência com a Santa Casa e o Clínicas, em Porto Alegre; e o Universitário, em Canoas.

    O Conceição, por exemplo, onde profissional da saúde é uma das últimas vítimas da COVID-19, está completamente fechado para visitas.

    É a virulência do vírus comprovada pela ‘ideologia dos fatos’.

    Como tratei ontem em O perfil dos infectados pela COVID 19 em Gravataí; de 11 para 330 casos?, na comparação de índices com Porto Alegre, Gravataí poderia se declarar ‘território livre do vírus’. Só que a subnotificação fora das capitais é uma realidade do Brasil, cujo SUS não dispõe de testes para além de pacientes com necessidade de hospitalização. Se Porto Alegre registra média de 17,3 casos a cada 100 mil habitantes, Gravataí tem 0,03.

    Só que especialistas, como Margareth Dalcomo, peneumologista da Fiocruz e a principal referência da área no Brasil, calculam que o cálculo mínimo, para aproximar os municípios da testagem feita pelas capitais, onde está a maioria dos hospitais de referência para tratamento da COVID-19, é de 1 para 30.

    Aplicando a ‘fórmula’, Gravataí teria nesta quarta 3.390 notificações (eram 3 mil na terça), 600 pacientes aguardando resultado de exames (eram 390 na terça), 330 casos confirmados (não cresceu de ontem para hoje) e 2.460 descartados (eram 2,1 mil na terça).

    Infelizmente, as evidências são de que a subnotificação é ainda maior: estudo do Ministério da Saúde mostra que as internações por síndrome respiratória aguda grave (SARG) chegaram a 32.370 em todo o país nos três primeiros meses de 2020. O número é 253% que maior do que no mesmo período do ano de 2019. A média de tempo de internação também é maior nas UTIs. Os indícios são de que é o ‘COVID-19 sem teste’.

    – Em Gravataí a SARG também registra grande alta – confirmou o secretário da Saúde Jean Torman, há minutos, por telefone, mas sem os dados oficiais à mão nesta noite.

    Ainda sem testar em massa, preparativos para a tragédia estão sendo feitos em Gravataí, com a abertura de 42 novos leitos em um ‘hospital e enfermaria de campanha’; e as orientações para isolamento, tratamento e sepultamento de pacientes.

    Com a aproximação das datas definidas por decreto do governador Eduardo Leite para afrouxamento da ‘quarentena’ – no abril que era apontado pelo Ministério da Saúde como o pico do contágio, como tratei em O que levou Marco Alba a anunciar abertura de empresas; o ’crime’ – inevitável experimentarmos a angústia da incerteza sobre o momento em que terá um rosto familiar, ou da vizinhança, o primeiro corpo, plastificado dentro de um caixão fechado, e velado familiar por familiar antes de se tornar cinzas de cremação.

    Ao fim, apelo: fique em casa! Aos adeptos do ‘liberou geral’, já fiéis da cloroquina e do messianismo da ‘cura’, recomendo ler o manual para Manejo de Corpos no Contexto do Novo Coronavírus.

     

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