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    crise do coronavírus

    Foto MARCELLO CASAL JR. | Agência Brasil

    COVID 19 rejuvenesce em Gravataí; siga perfil dos casos

    por Rafael Martinelli | Publicada em 18/04/2020 às 14h56| Atualizada em 27/04/2020 às 12h48

    A COVID-19 rejuvenesceu em Gravataí. É de 42 anos a média das oito mulheres e seis homens infectados pelo SARS-CoV-2, conforme boletim epidemiológico divulgado por Patrícia Silva, coordenadora da Vigilância Municipal em Saúde (Viemsa) da Secretaria Municipal da Saúde (SMS).

    Conforme modelo matemático que tratei em O estudo que prorrogou para o dia 30 abertura do comércio; Gravataí, Cachoeirinha e Glorinha teriam 15 vezes mais casos, aplicando o modelo ‘1 para 15’ usado pelo governo do RS para aproximar os dados de reais de subnotificações (como casos de síndrome respiratória aguda grave, que cresceram 253% no país nos primeiros três meses do ano), Gravataí teria potencialmente 210 casos.

    Cenário pior é calculado por especialistas como Margareth Dalcomo, pneumologista da Fiocruz e a principal referência da área no Brasil, que usa a fórmula ’30 para 1’. Gravataí teria 420 infectados.

    O rejuvenescimento no perfil dos infectados não é um fenômeno local. Conforme levantamento do El País, embora não constem no grupo de risco nem encabecem as estatísticas sobre o número de mortos pelo novo coronavírus, pessoas com menos de 60 anos são as mais infectadas pela doença no Brasil. São as internações de pacientes não idosos que tem ajudado a sobrecarregar o sistema de saúde.

    O Ministério da Saúde não detalha nos balanços diários sobre a evolução da COVID-19 os casos por idade, mas, de acordo com o El País levantamentos das secretarias locais, estados brasileiros em situação de emergência registram percentual maior de contaminados e hospitalizados abaixo dos 60 anos que epicentros globais da pandemia, como Estados Unidos, Espanha e Itália.

    No Rio, na última terça-feira, a vítima mais jovem no Estado, Kamilly Ribeiro, de 17 anos, morreu sem ter qualquer doença prévia.

    Em Florianópolis, que está em nível de emergência com percentual de infecção 50% acima da média brasileiras, e é uma das capitais com maior índice de testagem, 72% dos casos confirmados estão no grupo de 20 a 59 anos.

    Ainda conforme o levantamento, a faixa etária com mais infectados pela COVID-19 (40%) em São Paulo, recordista de casos (11.043) no país, é dos que têm entre 20 e 39 anos (4.420). O número sobe para 77% no recorte de pessoas abaixo dos 60 anos, que, segundo a Secretaria Estadual da Saúde, correspondiam a quase metade (49%) das internações em estado grave por síndrome respiratória aguda provocada pelo novo coronavírus até o fim da semana passada, ainda que representem apenas 21% dos óbitos.

    O El País aponta ainda que o percentual de doentes jovens no Brasil supera o de países como os Estados Unidos, que lideram o ranking mundial da pandemia, onde um estudo do Centro de Controle e Prevenção de Doenças publicado em 20 de março apontava que 26% das hospitalizações por coronavírus em UTIs, até aquele momento, situavam-se na faixa entre 20 e 54 anos.

    – Na Espanha e na Itália, países mais afetados da Europa, a taxa de infectados abaixo dos 60 anos é de 44,7% e 43,9%, respectivamente, sendo que, no caso dos espanhóis, 14,5% estão na faixa de 20 a 39 anos (menos da metade em comparação com São Paulo). Porém, há uma diferença considerável na proporção de idosos em países europeus. Tanto na Espanha quanto na Itália, o grupo a partir dos 60 anos conformam mais de 25% da população. Já no Brasil, os idosos representam 14% do contingente de 210 milhões de habitantes. Apesar do risco de morte ser maior para a faixa acima dos 60 anos (73% dos óbitos no país), o grupo dos jovens já é o que mais demanda atendimento no sistema de saúde em vários Estados – conclui o levantamento do jornal.

    – No Brasil, a covid-19 vai rejuvenescer. A distribuição da população brasileira é diferente da europeia. Não temos um percentual de idosos que tem a Itália ou a Espanha. É natural que a doença se distribua majoritariamente entre jovens. A distribuição demográfica no Brasil dará à doença características brasileiras. Além disso, o vírus sofreu mutações e já se adaptou ao país – analisou a médica Margareth Dalcolmo, observando os dados do levantamento.

    Ao fim, já apresentei em números os grupos de risco em Gravataí, em Os milhares de Gravataí que estão no grupo de risco da COVID 19; teste se você escapa. Com este levantamento do El País na conta, é o sepultamento em caixão fechado e sem velório da teoria do ‘isolamento vertical’ já defendida pelo presidente Jair Bolsonaro. Os mais jovens são hoje, conforme os dados oficiais, os maiores transmissores da COVID-19.

     

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