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    crise do coronavírus

    Médico Antônio Carlos Weston comanda a Santa Casa em Gravataí

    Sem risco de morte: Santa Casa não permite nebulização por cloroquina em Gravataí; Chefe do Becker confirma redução de internações

    por Rafael Martinelli | Publicada em 25/03/2021 às 18h46| Atualizada em 05/04/2021 às 14h21

    Além de confirmar a redução na velocidade nas internações, de uma média de 35 pacientes por dia na fila para 10, e a variante mais agressiva do novo coronavírus entre nós, o superintendente do Dom João Becker, Antônio Weston, garante que a Santa Casa não permite curandeirismos como a nebulização com hidroxicloroquina.

    Como foi notícia no Jornal Nacional e nas principais mídias do Brasil e exterior, no Hospital de Camaquã cobaias – com autorização pessoas ou da família – perderam a vida, seja pelo tratamento experimental ou simplesmente pela covid, tomassem ivermectina ou água.

    Siga os principais trechos da entrevista concedida pelo médico ao Seguinte: na tarde desta quinta.

     

    Seguinte: As internações diminuíram em Gravataí como informou o secretário da Saúde Régis Fonseca ontem em Internações caem em Gravataí: ’Mesmo no colapso, ninguém ficou sem atendimento’; Secretário fala sobre leitos, bandeira preta, variante e vacinas?

    Dr. Weston – Sim. Diminuiu a pressão no sistema.

     

    Seguinte: Após a publicação da entrevista ontem leitores questionaram a afirmação de que ninguém ficou sem atendimento.

    Dr. Weston – Felizmente conseguimos, em parceria com a Secretaria Municipal da Saúde, dar atendimento a todos os pacientes. Em momentos a procura foi grande, mas nunca houve interrupção de atendimento nas emergências e em toda a rede pública, mesmo que por vezes não nas condições que queríamos. Gravataí, mesmo em um colapso da saúde, não deixou ninguém sem hospital, médico, profissionais de saúde em geral, medicamentos ou oxigênio.

     

    Seguinte: A redução nas internações é efeito das duas semanas em bandeira preta, com maior restrição à circulação de pessoas?

    Dr. Weston – Sim, essa é uma das possibilidades. Quanto maior a restrição, menos circula o vírus. Mas há outro aspecto. Observamos em Manaus, na Europa e em outros lugares que há picos de circulação viral com média de duas semanas. E foi o que aconteceu e acontece aqui. Esses picos são sucedidos de queda nas curvas de novos casos. O número de internações ainda é alto, leitos e UTIs estão lotadas, já que uma característica da doença é a necessidade de pacientes ficarem muito tempo internados.

     

    Seguinte: A reabertura do comércio e o feriadão da Páscoa preocupam?

    Dr. Weston – Sim. O comportamento da doença mostra que os grandes picos aconteceram sempre após períodos de maior aglomeração de pessoas. A tragédia de março sucedeu o verão e o carnaval. Entendo que a atividade comercial, seguindo protocolos e cuidados, como distanciamento e uso de máscara, não tem sido responsável por grandes explosões. O problema são as aglomerações, inclusive familiares. Enfim, não há dúvidas: quanto mais cuidados melhor.

     

    Seguinte: O prefeito disse que o lockdown seria o ideal, mas Gravataí, como cidade de um país sem proteção social como o Brasil, não suporta. Qual sua posição como médico?

    Dr. Weston – O lockdown é uma discussão polêmica. Há trabalhos científicos a favor e contra. Vejo medidas de restrição como governamentais, de responsabilidade dos gestores. O que posso dizer é que a lógica da doença é: quanto menor circulação de pessoas menor a transmissão do vírus. Mas reafirmo: em Gravataí a ação coordenada entre a Santa Casa e a Prefeitura não deixou ninguém sem assistência, como aconteceu em outros lugares do país.

     

    Seguinte: A vacina é a salvação?

    Dr. Weston – Comprovadamente é a única coisa eficaz contra a doença.

     

    Seguinte: A variante mais agressiva da covid está em Gravataí?

    Dr. Weston – Não temos estudos ainda, mas é uma suposição muito razoável, já que Porto Alegre aponta a disseminação da variante. Como não há barreiras físicas na região, é o mesmo tipo de vírus que circula.

     

    Seguinte: Se profissionais de saúde receitarem tratamentos como a nebulização de cloroquina, como aconteceu em Camaquã, e é uma polêmica nacional, a Santa Casa permite? Podemos ter pacientes submetidos a esse tratamento experimental em Gravataí, no Hospital de Campanha ou no Dom João Becker?

    Dr. Weston – A atuação dos médicos na Santa Casa obedece aos protocolos de nossos serviços de controle de infecções. Esses protocolos não contemplam o procedimento de nebulização de cloroquina.

     

    Seguinte: Para encerrar, o investimento necessário na covid vai atrasar os projetos da Santa Casa de ampliar o hospital em Gravataí?

    Dr. Weston – O plano continua, mas só podemos avançar quando os números da covid caírem a patamares razoáveis, do que estamos longe. Não podemos baixar a guarda.

     

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