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    crise do coronavírus

    Aulas presenciais retornaram em Gravataí nesta terça para os alunos da educação infantil e dos dois primeiros anos do ensino fundamental

    Cafajestes de Gravataí e Cachoeirinha, respeitem os professores!

    por Rafael Martinelli | Publicada em 05/05/2021 às 14h13| Atualizada em 19/05/2021 às 14h44

    Parem com essa destruição da reputação dos professores no Grande Tribunal das Redes Sociais, seus cafajestes! É um suicídio geracional. Pendurem-se no corno que quiserem da ferradura ideológica, mas não a calcem e a em seus rebentos.

    Não projetem em seus mestres seus fracassos, ou de seus filhos, sejam por objetivos não conquistados por você, ou por eles, devido a fraquezas pessoais, ou por circunstâncias como o Zeitgeist, o ‘espírito do tempo’, que permite a alguns ‘meritocracia’ maior que os outros.

    Vocês não precisam concordar com uma deflagração de ‘greve sanitária’ ou ‘pelo bolso’, como alertei em Greve à vista em Gravataí e Cachoeirinha; Sanitária, por volta às aulas, e pelo bolso, por reforma da previdência. Não é isso.

    Vocês podem usar o argumento de que um médico, um motorista de ônibus, uma caixa de super ou um gari – ou mesmo você, que poderia puxar a revolta com o patrão, caso pudesse – estão trabalhando. É simplista, mas é argumento de juíza diretora do Fórum de Gravataí, como reportei em ’Estou apanhando nas redes sociais, mas coube a mim enfrentar pautas ásperas’, diz Zaffa, prefeito de Gravataí, no Café com Acigra; Os 3 Poderes e o Ovo da Serpente.

    Vocês podem criticar professores por buscarem 25% de reposição em perdas salariais na última década, frente à inflação, ou se posicionarem contra uma reforma da previdência que aumenta o tempo de contribuição e taxa aposentados, e entender que os professores tem uma vantagem que poucos hoje tem, que é a estabilidade de emprego – mesmo que os ‘privilegiados’ tenham passado em concurso público e não possam ser demitidos na pandemia ou nunca.

    Vocês podem usar a decisão judicial de hoje, na qual a juíza de Porto Alegre não mais suspendeu a volta às aulas presenciais, porque a ação julgada anteriormente se referia à bandeira preta, e hoje estamos em bandeira vermelha, mesmo que por motivos que tratei em artigos como Como um meme, Leite pintou o mapinha: Gravataí e Cachoeirinha em bandeira vermelha; 50 tons de alguma cor para volta às aulas e O jeitinho de Leite: Gravataí e Cachoeirinha vão para bandeira vermelha; O Ministério da Verdade decreta a Mentira.

    Vocês podem até já ter informações sobre a reunião entre representantes de escolas de Gravataí na manhã desta quarta, que permite projetar que na assembleia da categoria nesta quinta não será deflagrada greve nas escolas municipais – assim como não o fez o Cpers, em relação às escolas estaduais.

    O que vocês não podem fazer impunemente, não frente a mim, mesmo em minha insignificância, é no Grande Tribunal das Redes Sociais dizer que os professores não estão trabalhando neste ano de pandemia!

    É uma mentira cruel, um argumento de quem não tem filhos ou familiares estudando remotamente e, por vezes, sendo atendidos por seus mestres às 8h, às 12h, ou às 23h.

    Na forma remota, ou mesmo híbrida, como funciona desde ontem, os professores estão trabalhando mais, mesmo que seja óbvio, para familiares ou para a Unesco, que o aprendizado tem deficiências.

    Os professores preparam aulas e elas são transmitidas do jeito que dá, seja por folhinhas impressas entregues nas escolas, ou pela internet, conforme o acesso que tem ricos, remediados ou pobres.

    Sem saber, a Câmara de Vereadores experimentou na sessão desta terça o que muitos professores sofrem diariamente. Ao testar uma sessão híbrida, com vereadores em plenário e também em casa, deu falha técnica: a cada fala dos parlamentares, as palavras apareciam repetidas e ninguém conseguia compreender a linha de raciocínio do outro.

    Sabiam os parlamentares que, por vezes, isso acontece com quem dá aulas remotas e, quase sempre, usando de seu próprio plano de internet?

    Ao fim, lembrou-me uma do Millôr, sobre o “brasileiro cordial”:

    – O brasileiro é cheio de cordialidade e bom coração. Quando você encontrar por aí um cafajeste roubando e matando pode perguntar imediatamente “Who are you?”, porque se trata certamente de um gringo.

    Respeitem os professores, cafajestes!

     

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