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    crise do coronavírus

    Aulas da educação infantil e primeiros anos retornou na segunda passada

    Segunda de volta às aulas do 3º, 4º, 5º ano em Gravataí: prefeito e professores divergem; Entre ’aos poucos a normalidade’ e ’o Centro estava um horror’

    por Rafael Martinelli | Publicada em 09/05/2021 às 20h08| Atualizada em 19/05/2021 às 14h47

    A volta às aulas presenciais para os alunos do 3º, 4º, 5º anos e Ensino de Jovens e Adultos (EJA) da rede pública municipal de Gravataí está marcada para esta segunda. Sem torcida ou secação, alerto: ainda sob a ameaça de não chegar ao fim da semana com todos professores nas escolas.

    Tratei da polêmica nos artigos Professores de Gravataí pedem suspensão de aulas presenciais; O que decidiu assembleia e Greve à vista em Gravataí e Cachoeirinha; Sanitária, por volta às aulas, e pelo bolso, por reforma da previdência.

    Vamos às informações, antes das diferentes narrativas.

    A orientação às famílias e alunos tem sido feita por meio de grupos de WhatsApp criados pelos professores nas escolas ainda em 2020, a partir da primeira suspensão das aulas em 19 de março.

    Nesta segunda, e nos primeiros dias, é o momento de receber mães, pais e filhos para apresentar os protocolos sanitários e formalizar a decisão sobre aulas presenciais ou não.

    – Com todos os cuidados estamos aos poucos voltando à normalidade – avaliou o prefeito Luiz Zaffalon (MDB) em vídeo que reproduzi sábado em Acerta Zaffa com a reforma da previdência de Gravataí; Uma ’pauta-bomba’ para muitos desarmarem.

    Durante a semana Zaffa acompanhou o retorno de escolas infantis e de turmas do 1º e 2º anos, ao lado da secretária da Educação.

    – O retorno não é obrigatório, mas estamos trabalhando para que tudo se dê da forma mais segura possível para todo comunidade escolar. As escolas estão prontas e com equipamentos entregues. É preciso um esforço de todos para que possamos manter as nossas escolas abertas – informa Sônia Oliveira, que confirma para o dia 17 o retorno das aulas presenciais também para os anos finais do ensino fundamental e do EJA.

    Terça-feira o sindicato dos professores (SPMG) tem audiência com a secretária para apresentar resultado da assembleia da categoria.

    – Defendemos a suspensão das aulas presenciais e a manutenção online ou com entrega de tarefas porque a curva da pandemia ainda não permite segurança sanitária. Estamos buscando o diálogo com o governo – explica a presidente Vitalina Gonçalves.

    – Seremos rígidos na exigência do cumprimento dos protocolos de distanciamento. Temos problemas de espaço e ventilação – avisa a presidente do sindicato, que também tem como preocupação a mobilidade de mais de 100 mil pessoas da comunidade escolar com a volta às aulas presenciais.

    – O Centro de Gravataí estava um horror sexta. Parecia Natal de 2019. Precisamos medir as consequências disso – alerta.

    Ao fim, o efeito sanitário do retorno gradual às aulas só poderá ser medido no fim do mês, quando saberemos se o pior passou, ou experimentaremos novo ‘efeito sanfona’, como alerta Miguel Nicolelis e reportei em O ’caminho da extinção’: Gravataí volta ter mais nascimentos que óbitos; O Nostradamus da pandemia e a profecia da terceira onda.

    Vacina para todos professores? No cronograma do conta gotas atual do Ministério da Saúde, apenas no segundo semestre, como tratei em Gravataí e Cachoeirinha: Zaffa e Miki querem, mas não vão ’furar fila’ para vacinar professores; O Sérgio Moro de cada um.

    Aos que não se deram conta da gravidade do momento – e preferem ruminar ódio no Grande Tribunal das Redes Sociais chamando os professores de vagabundos, o que tratei em Cafajestes de Gravataí e Cachoeirinha, respeitem os professores! – as famílias precisam assinar termo de responsabilidade por eventual infecção de alunos pela COVID-19.

    Já o efeito da pandemia na educação é, inegavelmente, uma terra arrasada, como mostra reportagem da BBC Ensino remoto na pandemia: os alunos ainda sem internet ou celular após um ano de aulas à distância.

    De acordo com um levantamento do Unicef, o Fundo de Emergência Internacional das Nações Unidas para a Infância, em novembro de 2020, quase 1,5 milhão de crianças e adolescentes de 6 a 17 anos não frequentavam a escola (remota ou presencialmente) no Brasil. Outros 3,7 milhões de estudantes matriculados não tiveram acesso a atividades escolares e não conseguiram estudar em casa.

    No total, 5,1 milhões tinha acesso à educação. Entre essas crianças e adolescentes sem educação, 41% tinham de 6 a 10 anos de idade; 27,8% tinham de 11 a 14 anos; e 31,2% tinham de 15 a 17 anos.

    O Departamento de Ciência Política da Universidade de São Paulo (USP) e o Centro de Aprendizagem em Avaliação e Resultados da Fundação Getúlio Vargas (FGV) avaliaram a eficiência dos planos de educação remota de Estados e capitais.

    Os resultados, mensurados entre março e outubro de 2020, mostram um cenário bem ruim: a nota média dos planos estaduais no Índice de Educação à Distância foi de 2,38 (de 0 a 10) e de 1,6 para os das capitais.

     

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