SAÚDE

Prefeitura de Gravataí reforça importância de crianças se protegerem contra a poliomielite

A Prefeitura de Gravataí, por meio da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), reitera a importância de as crianças se protegerem contra a poliomielite. As doses contra a paralisia infantil, única forma de prevenção contra a doença, estão disponíveis em todas as 29 unidades de saúde do município. A meta é vacinar 95% do público alvo da campanha. 

– É de extrema importância que os pais atualizem a caderneta de vacinação de seus filhos para que doenças como a poliomielite não voltem a fazer parte do nosso dia a dia. Nossos postos estão sempre à disposição para essas ações – destaca o secretário municipal da Saúde, Régis Fonseca.

De acordo com dados do Ministério da Saúde, Gravataí já aplicou, até o momento, 2.235 doses contra a pólio. Isso representa 14,90% da população alvo da campanha no município, de 14.995 pessoas. No Dia D de vacinação, ocorrido no último sábado, 20, o município vacinou 1.365 crianças.

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite teve início no dia 8 de agosto, em todo o Brasil. Junto a isso, ocorre a multivacinação para todas as crianças e adolescentes menores de 15 anos. O objetivo é colocar em dia as doses do calendário básico que estejam em atraso.

Por conta disso, a SMS orienta que quem for ao posto deve levar sua caderneta de vacinação para que as equipes de saúde das unidades possam fazer a completa avaliação de cada caso.

Iniciadas no dia 8 de agosto, as campanhas se estendem até 9 de setembro. Conforme o Ministério da Saúde, a vacinação contra essas doenças é fundamental para o Brasil reafirmar o compromisso internacional de manter o país livre da poliomielite e de manter a situação vacinal das crianças e dos adolescentes em dia.  

O secretário lembra que Gravataí foi destaque na Atenção Primária, sendo o município com o melhor desempenho no Previne Brasil entre as dez maiores cidades do Rio Grande do Sul. Entre os sete indicadores estabelecidos pelo programa, um deles se refere à proporção de crianças de 1 ano vacinadas na Atenção Primária à Saúde (APS) contra doenças como tétano, difteria, hepatite B e poliomielite.

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