O torcedor do Internacional colheu excelentes notícias nesta semana pelas mãos de Eduardo Baptista. A primeira delas diz respeito à natural mudança no ambiente pela troca na comissão técnica.
A segunda foi o pragmatismo dos três pontos contra o segundo maior rival, o Corinthians. Era preciso vencer, custe o que custar! Méritos pela postura mais aguerrida do time, ilustrado pelo recorde de bolas roubadas pelos colorados no Brasileirão.
Para um time com sérias carências de qualidade, o suor é questão de sobrevivência. Eis a esperança reciclada e renovada para a sequência do desafio de manter o gigante entre os gigantes em 2027.
Outra novidade foi a escalação mais racional. Entendemos que futebol mais do que nunca é ocupação de espaços, mas às vezes o melhor refinamento está justamente na simplicidade. Querem um exemplo? Alan Patrick voltou a ser camisa 10 de fato e de direito. Consequência? Colocou o jogo no bolso!
Vitinho levou 42 segundos para comprovar o que imaginávamos: perto do gol ele é muito mais útil, embora o treinador tenha deslocado o camisa 28 para a função de ala na etapa final.
É preciso celebrar os três pontos no Beira-Rio, é claro! Com direito a passar o tradicional adversário na classificação que, aliás, também é um concorrente direto na luta contra a desgraça. Mas é essencial a leitura do que aconteceu.
Por exemplo, Bernabei precisa jogar mais à frente. O maior legado de Pezzolano precisa ser mantido, com o retorno de Matheus Bahia à linha defensiva. Outra: Carbonero não deve ser reserva, né?
Além dos méritos coletivos, os vermelhos tiveram a sorte traduzida em trave algumas vezes, além da jornada completamente fora da curva do goleiro Antoni. Ufa!
Domingo é dia de Gre-Nal, na Arena, às 17h30. Um jogo de seis pontos que pode representar um divisor de águas definitivo nesta famigerada temporada para a famosa dupla. Poderemos testemunhar mais um capítulo histórico do maior clássico do mundo.
Que vença o menos pior…






