Com o objetivo de dar visibilidade para o ecossistema de inovação gaúcho e elevar o nível de conhecimento sobre as startups, o governo do Rio Grande do Sul, por meio da Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão (SPGG) e da Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia (Sict), e o Instituto Caldeira realizam a pesquisa “As startups no Ecossistema Gaúcho de Inovação 2022”. A pesquisa é parte do Projeto Ecossistemas de Inovação do RS, coordenado pelo Departamento de Economia e Estatística (DEE-SPGG).
A pesquisa sobre as startups gaúchas será mais uma publicação promovida pela RS Tech, plataforma criada pelo hub de inovação gaúcho com o objetivo de fomentar e divulgar dados, artigos e pesquisas sobre os impactos e caminhos para as novas economias no Estado.
A intenção é que essa seja uma pesquisa inédita sobre as startups do RS, a partir da coleta de dados quantitativos com as próprias empresas, mediante aplicação de um questionário on-line, no qual serão respondidas perguntas relacionadas às características gerais, aspectos econômico-financeiros e o esforço de inovação da startup, bem como o perfil socioeconômico de seus sócios-fundadores.
O objetivo é retratar as características das empresas, avaliar sua relevância e impacto para a economia do Estado, além de identificar alguns dos principais aspectos que limitam ou favorecem a sua competitividade e crescimento.
– Em linha com o principal objetivo do Caldeira, que é o fomento do ecossistema de inovação gaúcho, o levantamento de dados sobre esse mercado contribui para que o Instituto siga gerando valor para a comunidade de startups do RS – afirma Pedro Valério, CEO do Instituto Caldeira.
O secretário de Planejamento, Governança e Gestão, Claudio Gastal, destaca a importância desse estudo das startups no ecossistema de inovação como forma de fomento à toda economia gaúcha:
“As startups se tornaram estratégicas para a oferta de diversas soluções tecnológicas no RS e no mundo. Por isso é fundamental conhecê-las em profundidade, para identificar seus desafios e suas vantagens competitivas, de modo a orientar estrategicamente os investimentos privados e as políticas públicas de ciência, tecnologia e inovação”, enfatiza Gastal.
Alsones Balestrin, secretário de Inovação, Ciência e Tecnologia do RS, reforça a visão de Gastal.
– Esse mapeamento é relevante para todos os atores da quádrupla hélice, fornecendo informações precisas sobre nosso ecossistema de startups. Quanto mais entendemos o ecossistema a fundo, mais conseguimos planejar ações que ajudem a orquestrá-lo e fomentá-lo, o que vai contribuir para gerar cada vez mais riqueza ao nosso Estado – observa.
O prazo de preenchimento da pesquisa segue até 31 de dezembro de 2022 – o questionário deve ser respondido exclusivamente pelos fundadores das empresas. A previsão é que o lançamento dos resultados da pesquisa ocorra ainda no primeiro semestre de 2023, com a possibilidade de apresentação de highlights da pesquisa durante o South Summit 2023, que vai ocorrer em Porto Alegre, entre 29 e 31 de março de 2023.
O próximo passo será orientar a construção de ações de apoio – públicas e privadas – adequadas à realidade das startups gaúchas e com potencial para melhorar o seu desempenho econômico, beneficiando a todo ecossistema de inovação gaúcho.