A campanha de Marco Alba (MDB), candidato a deputado estadual, e Patrícia Alba (MDB), candidata a deputada federal, adotou uma estratégia diferente para a divulgação eleitoral. Desde o início da campanha, os dois decidiram não utilizar wind banners — estruturas publicitárias com bandeiras verticais — em avenidas, rótulas ou outros espaços públicos.
A divulgação com esse tipo de material ficará restrita aos comitês eleitorais e a prédios e imóveis particulares autorizados por apoiadores e simpatizantes.
Segundo Marco Alba, a escolha faz parte da forma como a campanha pretende se apresentar ao eleitor e também busca demonstrar respeito pelo espaço urbano.
“Entendemos que uma campanha também precisa demonstrar, nas suas escolhas, respeito pela cidade e pelas pessoas. Por isso, preferimos concentrar nossa divulgação nos comitês e nos espaços privados cedidos pelos nossos apoiadores”, afirma.
Como alternativa ao uso das estruturas físicas nas ruas, a campanha criou o “wind banner digital”, uma identidade gráfica que será incorporada às publicações de Marco e Patrícia nas redes sociais.
A proposta é utilizar o formato para apresentar aos eleitores a trajetória política, o trabalho e as realizações dos dois candidatos.
No caso de Patrícia, o conteúdo deverá destacar a atuação dela como deputada estadual. Já Marco terá a trajetória apresentada a partir da experiência como deputado estadual, secretário de Estado e prefeito de Gravataí.
Além do retrospecto das carreiras políticas, as peças digitais também serão utilizadas para divulgar propostas e posicionamentos dos candidatos diante dos desafios que pretendem enfrentar caso sejam eleitos.
Para Marco Alba, a estratégia busca aproveitar o período eleitoral para ir além da apresentação de propostas. A intenção é mostrar ao eleitor o histórico dos candidatos e os resultados alcançados ao longo da vida pública.
“Criamos o wind banner digital para ajudar a contar uma história feita de trabalho, decisões e resultados concretos para a população. Queremos mostrar o que foi feito e discutir o que precisa ser feito daqui para frente”, afirma.
A campanha também pretende utilizar as redes sociais para apresentar informações sobre a atuação dos candidatos e ampliar o debate sobre gestão pública.
Segundo Marco, uma eleição deve ser também um momento para que os eleitores conheçam as trajetórias dos concorrentes, suas decisões anteriores e suas propostas para os próximos anos.
“Uma eleição precisa servir para discutir o que realmente importa: quem são os candidatos, o que já fizeram, como se comportaram na vida pública e o que estão preparados para fazer diante dos novos desafios. Queremos falar de gestão, responsabilidade, propostas e da experiência necessária para transformar boas intenções em resultados”, conclui.






