O Inter está à beira do colapso, com o perdão pela obviedade. Salário atrasado (Direito de Imagem), punição da FIFA que impede novas contratações e, agora, a ruína do último mérito que ainda existia na temporada: a comissão técnica está acumulando equívocos. Eis o clima colorado na semana Gre-Nal…
O gol incrível perdido pelo Vitinho no início do segundo tempo contra o Bahia é um exemplo preciso da realidade do Internacional: a falta de qualidade é o carro-chefe das dores de cabeça. Com Juninho, então, a bola saiu vergonhosamente pela lateral, já no apagar das luzes.
Na Fonte Nova, Bernabei voltou a ser ala, ou seja, Pezzolano revogou o maior acerto deste ano: garantir liberdade ao goleador do Inter em 2026. Para piorar, o meio-campo foi composto por três volantes, com Alan Patrick atuando como falso 9. Como atacar e jogar no contra-golpe sem velocidade?
É muita “invenção” para quem não vence há nove jogos pelo Brasileirão, sendo o único dos 20 da liga nacional que ainda não triunfou no returno. A presença no Z-4 aumenta ainda mais o vexame.
De positivo, a atuação de Thiago Maia que, aliás, poderia receber mais tempo, rotina, repetição e insistência. Já defendemos, inclusive, a titularidade do camisa 29 ao lado de Villagra. E repetiria para o Maior Clássico do Mundo na quinta-feira.
Começam a surgir burburinhos que apontam para a possível demissão de Pezzolano. A julgar por aquilo que o campo mostra desde o início do trabalho, porém, seria mais um erro da direção. Mas…
O momento é de simplificar, objetivar, fazer o arroz com feijão básico dos básicos. Nesse sentido, Alan Patrick não poderia começar o Gre-Nal na reserva. Assim como deve ir para o jogo na Arena.
Se a situação já está complicada, periclitante, quase desesperadora, imagina estando mal escalado?






